sábado, 19 de outubro de 2013

Dom Fernando teve audiência com papa Francisco

Recebi de Armando Lopes Rafael, o seguinte press-release sobre a audiência papal que foi concedida ao Sr. Bispo Diocesano de Crato. “Pela segunda vez, em menos de uma semana, o bispo de Crato, Dom Fernando Panico, voltou a se encontrar com o Papa Francisco, no último dia 14, desta vez numa audiência particular. Dom Fernando já teve um encontro anterior com o Papa, no dia 09 de outubro. O site do jornal L’Osservatore Romano publicou 17 fotos desse último encontro. Nesta última audiência Dom Fernando Panico conversou com o Papa sobre o processo de reabilitação canônica do Padre Cícero e sobre o Processo de Beatificação da menina Benigna Cardoso da Silva, Mártir da Castidade.” Durante a manhã muito concorrida deste dia 14, o Santo Padre, além do titular da Diocese de Crato, recebeu também as seguintes pessoas: Sr. e Sra. William Lacy Swing, Diretor Geral da Organização Internacional para a Migração (OIM) e comitiva; o Card. Raffaele Farina, S.D.B., Arquivista e Bibliotecário Emérito da Santa Igreja Romana; o Mons. Leo Boccardi, Núncio Apostólico no Irã; Mons. Vincenzo Pelvi, Arcebispo Ordinário Militar Emérito para a Italia; e os participantes da Plenária do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização.

NOVA RUA
LEI Nº 4248, DE 04 DE OUTUBRO DE 2013 Dá denominação a artéria pública que indica e adota outras providências. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE JUAZEIRO DO NORTE, Estado do Ceará. FAÇO SABER que a CÂMARA MUNICIPAL decretou e eu sanciono e promulgo a seguinte Lei: Art. 1º – Denomina de RUA JOSÉ HÉLIO FERNANDES DE MORAIS (José Hélio Morais), a primeira rua paralela sul a Avenida Paraná, com início na Rua Gilvan Cirilo de Sousa e término na Avenida Ailton Gomes, no bairro Pirajá, na zona  urbana deste município. Autoria: Vereador João Alberto Morais Borges

PATRIMÔNIO IMATERIAL DA CULTURA
A municipalidade juazeirense declarou como Patrimônio Cultural Imaterial do Povo Juazeirense as Quadrilhas Juninas. Veja o dispositivo legal: LEI Nº 4249, DE 04 DE OUTUBRO DE 2013 Declara Patrimônio Cultural Imaterial do Povo Juazeirense as Quadrilhas Juninas e adota outras providências. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE JUAZEIRO DO NORTE, Estado do Ceará. FAÇO SABER que a CÂMARA MUNICIPAL decretou e eu sanciono e promulgo a seguinte Lei: Art. 1º – Fica declarado como Patrimônio Cultural Imaterial do Povo Juazeirense as Quadrilhas Juninas que atuam nesta urbe, amparado no art. 23, inciso V da Constituição Federal, e no art. 170, inciso I da Lei Orgânica Municipal de Juazeiro do Norte. Art. 2º – Para fins do disposto nesta Lei, o Poder Executivo Municipal de Juazeiro do Norte, procederá aos registros necessários nos livros próprios do órgão competente. Art. 3º – As despesas decorrentes desta lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias ou suplementadas, se necessário. Art. 4º – A presente Lei será regulamentada por Decreto no prazo de 60 (sessenta) dias. Art. 5º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Palácio Municipal José Geraldo da Cruz, em Juazeiro do Norte, Estado do Ceará, sexta-feira, 04 (quatro) de outubro do ano dois mil e treze (2013). Autoria: Vereador José Ivan Beijamim de Moura; Coautoria: Vereador Antônio Vieira Neto

COMENDA EDSON QUEIROZ
Três personalidades que muito têm colaborado com o crescimento dos negócios no mercado varejista do Ceará foram homenageadas há poucos dias com  a Comenda Edson Queiroz, durante uma cerimônia de comemoração dos 80 anos do Sindicato do Comércio Varejista e Lojista de Fortaleza (Sindilojas). Mereceram-na: o fundador e atual presidente da rede de farmácias Pague Menos, Deusmar Queirós, na categoria Empresário Lojista; o deputado federal Antônio Balhmann, na categoria Personalidade Pública; e o juazeirense, ex-presidente do Sindilojas e criador da Comenda Edson Queiroz, Alberto Farias, na categoria Líder Classista. Participou da solenidade a presidente do Grupo Edson Queiroz, dona Yolanda Queiroz, vista na foto com o homenageado, Alberto Farias.

IX BIENAL DO LIVRO DE OLINDA
Em muitos anos, provavelmente de meados dos anos 60 eu acompanho, à distância, as atividades (profissional farmacêutico, professor, cordelista, jornalista, artista plástico e cidadão) de Abraão Batista. E não tenho uma palavra só para deixar patente a minha admiração por quanto ele tem feito em prol da difusão cultural de nossa cidade. Aproveito esta imagem recente de sua passagem pela IX Bienal do Livro de Pernambuco, em Olinda, há poucos dias, para trazer-lhe o meu abraço por esta permanente incursão. Ele o faz, não só pelos legítimos predicados de sua arte, mas porque não se furta de alargar os espaços de presença de um sem número de artistas que necessitam e contam com seu apoio para o conhecimento e sustentabilidade de suas habilidades e vocações lítero-artistícas. 

II COMENDA JORNAL DO MÉDICO
O impresso “Jornal do Médico em Revista” promoverá a entrega da “II Comenda Jornal do Médico, Dia do Médico”, com o objetivo de enaltecer a atividade médica e homenagear os profissionais que fizeram a história da medicina cearense. Neste mês de outubro, serão realizadas duas solenidades para entrega da premiação. As cidades de Fortaleza-CE e Juazeiro do Norte-CE irão sediar os eventos, que homenagearão a classe médica pelo Dia do Médico, destacando personalidades que contribuíram para o desenvolvimento da medicina e saúde, além de instituições de saúde e as faculdades de medicina. Além dos eventos acima, em sua 52° edição, o “Jornal do Médico em revista” destacará artigos e reportagens dedicados ao Dia do Médico, e também aos 09 anos de sua fundação.  Realização: Jornal do Médico. Apoio: Faculdade de Medicina de Juazeiro do Norte (Estácio/FMJ). Patrocínio: Unimed Cariri e Unicred Cariri. A entrega da comenda “Jornal do Médico, Dia do Médico Cariri” será realizada no dia 24 de outubro, às 19 horas, na Faculdade de Medicina de Juazeiro do Norte (Estácio/FMJ). Na ocasião, haverá a palestra magna do acadêmico Dr. Napoleão Tavares Neves com o título “História da Medicina do Cariri e seus grandes nomes”. Inscrições: Gratuitas e limitadas somente on line: facebook.com/jornaldomedicoemrevista. Informações: Estácio-FMJ (88) 3572.7814 (Depto. Marketing) | Jornal do Médico: (88) 8885.5612
Sobre as homenagens: In Memoriam Cariri - Placa parabenizando a classe médica pelo Dia do Médico, além de destacar os fatos transcritos na história da medicina da região do Cariri deixada pelo saudoso médico com a chancela do Jornal do Médico, Estácio-FMJ, Unimed Cariri e Unicred Cariri. Dr. Antônio Lyrio Callou; Dr. Mário Malzoni; Dr. Napoleão Neves da Luz; Dr. José Ulysses Peixoto Neto; Dr. Francisco de Miranda Tavares. Excelência no ensino médico do Cariri - Placa parabenizando a classe médica pelo Dia do Médico, além de destacar a excelência no ensino médico do Cariri da faculdade de medicina com a chancela do Jornal do Médico, Estácio-FMJ, Unimed Cariri e Unicred Cariri. Estácio FMJ - Faculdade de Medicina de Juazeiro do Norte; 13 anos UFCA - Universidade Federal do Cariri; 12 anos. Dia do Médico Cariri - Placa parabenizando a classe médica pelo Dia do Médico, sendo representada pelas entidades médicas com a chancela do Jornal do Médico, Associação Médica Cearense e Unimed Fortaleza. CREMEC Cariri/Conselho Regional de Medicina do Estado do Ceará; Presidente Dr. Cláudio Gleidiston Lima da Silva. SIMEC Cariri/Sindicato dos Médicos do Estado do Ceará; Delegado Sindical Dr. José Flávio Pinheiro Vieira; Centenário de Lutas e Conquistas - Placa parabenizando a classe médica pelo Dia do Médico, além de destacar o centenário de fundação da Associação Médica Cearense com a chancela do Jornal do Médico, Estácio-FMJ, Unimed Cariri e Unicred Cariri. Representante Dr. Erich Pires Lisboa. Destaque no desenvolvimento da Medicina & Saúde o Cariri - Placa parabenizando a classe médica pelo Dia do Médico, além de destacar a atuação da instituição no desenvolvimento da medicina e saúde do Cariri com a chancela do Jornal do Médico, Associação Médica Cearense e Unimed Fortaleza. Unimed Cariri 29 anos; Presidente Dr. Francisco de Assis Sampaio. Unicred Cariri 20 anos; Presidente Dr. Franciberto Farias Ribeiro.
EXPO MEU PADIM
Divulgamos, com prazer: A devoção religiosa pelo padre Cícero Romão Batista (1844-1934) que marca a cidade de Juazeiro do Norte, no Ceará, chega ao Grande ABC. O público local poderá ter ideia desse apego por meio da exposição especial “Meu Padim – Nossa Fé”, em cartaz no Sesi Santo André. Com visitação gratuita, a mostra fica aberta até dia 31. O homenageado, popularmente conhecido como “'Padim Ciço”, é considerado uma importante figura por seu trabalho na comunidade cearense, também atuando nas áreas social e política. No ano de 1889, o caso de uma hóstia ter se transformado em sangue na boca de uma beata chamou a atenção dos fiéis, que começaram a chamar o padre de milagreiro. O acervo com 16 imagens coloridas conta com registros de romarias, alegorias, estátuas e objetos que celebram Padim Ciço no município nordestino. Esse universo em torno da devoção é apresentado por meio das lentes do fotógrafo Carlos Alberto Nogueira, cujo intuito foi tentar transpor ao seu material o máximo da emoção e da fé que essas pessoas dedicam ao protagonista. Serviço: Meu Padim – Nossa Fé – Exposição. No Sesi Santo André – Praça Dr. Armando de Arruda Pereira, 100. Tel.: 4996-8633. Segunda a sexta-feira, das 9h às 18h. Até dia 31. Grátis.


















PRAÇA DA ESTAÇÃO/OURIVES/LEANDRO BEZERRA
Em 12.09.1923, portanto, há  90 anos, foi lançada a pedra fundamental da Estação Ferroviária de Juazeiro do Norte, numa escolha pessoal do Pe. Cícero. A Comissão da Rede Viação Cearense (RVC), na época, presente ao local, aceitou a ponderação do Pe. Cícero que aí seria o “Centro da Cidade”. O Chefe da Comissão mandou fazer uma colher de pedreiro especial, com inscrição (deve estar no museu da RVC em Fortaleza) e convidou o Pe. Cícero para assentar a primeira pedra. Deu-se a partir daí, o nome de Praça da Estação ao logradouro. Este nome ficou até 24.12.1963, uns 40 anos depois e foi o primeiro nome não oficial do largo. Somente nesta data já na administração de Humberto Bezerra e tendo como vice José Machado, a praça foi urbanizada e passou a ser chamada de Praça dos Ourives. Na foto, onde se identificam a sra. Roseni Fiúza, atual diretora do complexo educacional Paraíso, e sua amiga Auxiliadora Magalhães Almeida, elas estão em frente à placa comemorativa do ato inaugural. Pois bem, nesta semana, a egrégia Câmara Municipal de Juazeiro do Norte resolveu “cassar”, literalmente, a homenagem à esta classe valorosa que tanto dinamizou a economia de Juazeiro do Norte, aplicando-lhe uma nova nomenclatura, Praça Leandro Bezerra. Mesmo reconhecendo os grandes méritos do novo homenageado, convém mencionar que o nome de Leandro Bezerra de Menezes já foi dado a um dos bairros da cidade, em área que fica compreendida entre os bairros do Aeroporto e do Novo Juazeiro, e entre o do Limoeiro e o da Betolândia. E não há dúvida que a homenagem com um bairro é muito maior do que a de uma praça, não obstante ter sido esta, por muitos anos, o local de residência do homenageado. Lamento muito este meu protesto, mas não deixo de fazê-lo, sem antes referir que esta nossa Câmara Municipal, em muitos anos, e não somente hoje, tem capítulos de uma história mal construída, de homenagens dadas e de outras tantas omitidas.
CINE ROULIEN
O que os nossos pais assistiam antigamente? Voltamos aos cartazes dos cines Roulien (Rua São Pedro, 389) e Eldorado (Rua Santa Luzia, 429) durante o ano de 1949. No dia 01.09.1949 o Roulien exibiu em sua sessão às 19:30h o filme A Ambiciosa. A ficha técnica da película é: Título original: The Farmer's Daughter; Estados Unidos, 1947; Direção: H. C. Potter; Elenco: Loretta Young (Katrin Holstrom), Joseph Cotten (Glenn Morley), Ethel Barrymore (Agatha Morley), Charles Bickford (Joseph Clancy - major-domo), Rose Hobart (Virginia Thatcher), Rhys Williams (Adolph Petree), Harry Davenport (médico), Tom Powers (Hy Nordick), William Harrigan (Ward Hughes), Lex Barker (Olaf Holstrom), Harry Shannon (Mr. Holstrom), Keith Andes (Sven Holstrom), Thurston Hall (Wilbur Johnson), Art Baker (Anders Finley), Don Beddoe (jornalista de "cara redonda"), James Arness (Peter Holstrom), Anna Q. Nilsson (sra. Holstrom); Sinopse: Katrin 'Katie' Holstrom (Loretta Young), uma moça de origem sueca, que deixa a fazenda da familia para ir à escola de enfermagem em Capitol City. O pintor Adolph Petree, oferece-lhe carona, mas no caminho lhe rouba todo o dinheiro. Recusando-se em recorrer ao dinheiro dos pais, Katie acaba trabalhando como empregada-domestica na casa de uma poderosa familia de políticos, os Morley. Logo, ela impressiona sua patroa, Agatha Morley (Ethel Barrymore), seu fiel mordomo José Clancey (Charles Bickford), e Glenn Morley , filho de Agatha e representante político da familia. Este ultimo sente um pouco atraido pela jovem. Os problemas surgem quando Morley e outros membros de seu partido político, nomeiam Anders J. Finley como o substituto de um deputado falecido recentemente. Sabendo do homem, Katie desaprova fortemente a de Glenn. Ela assiste a reunião pública organizada para apresentar Finley e começa a fazer algumas perguntas que por fim o embaraçam. Os líderes do partido da oposição ficam impressionados e oferecem a Katrin o seu apoio nas próximas eleições. Quando Katie aceita, relutantemente, a oferta, tem que parar seu trabalho na casa dos Morley, para grande aborrecimento de Glenn. O filme foi adaptado por Allen Rivkin e Laura Kerr da peça "Juurakon Hulda" de Hella Wuolijoki (usando o pseudônimo Juhani Tervapää). Estrelando Loretta Young, ganhadora do Oscar de melhor atriz por sua performance, e indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante (Charles Bickford).
CINE ELDORADO
O Eldorado exibia no dia 05.09.1949: Espadas e Corações; A ficha técnica, sumariamente, é: Título original: Caravan; Inglaterra, 1946; Direção:Arthur Crabtree; Elenco: Stewart Granger, Jean Kent, Anne Crawford, Dennis Price, Robert Helpmann, Gerard Heinz, Arthur Goullet, John Salew, Julian Somers, Patricia Laffan, Jacqueline Boyer; Sinopse: Espadas e Corações foi o último filme do ciclo de melodramas de época da Gainsborough supervisionado por Maurice Ostrer, pois Jassy, a Feiticeira, ficaria sob o encargo de Sydney Box. Numa noite do final do século dezenove, em Londres, o escritor Richard Darell ver (Stewart Granger) socorre Don Carlos (Gerald Heinz), que fôra atacado por dois ladrões. Richard está apaixonado pela bela Oriana (Anne Crawford) e a família decidiu que os dois só poderão se casar dentro de um ano, quando o rapaz tiver uma boa situação financeira. Don Carlos promete editar o livro de Richard, desde que ele leve para a Espanha uma jóia de grande valor, cobiçada por Sir Francis Castleton (Dennis Price), o rival de Richard pelo amor de Oriana. Sir Francis manda seu capanga Wycroft (Robert Helpmann) armar uma cilada para Richard durante a viagem. No meio do caminho, os homens de Wycroft assaltam Richard e deixam-no quase morto. Richard é salvo pela cigana Rosal (Jean Kent), mas perde a memória. Richard acaba se casando com Rosal enquanto que Oriana, julgando-o morto, cede ao assédio de Sir Francis e consente em ser sua esposa. Mas eis que Richard recupera a memória e escreve para Oriana, que vai ao seu encontro. Provada a culpabilidade de Sir Francis, este foge e, após Rosal ter recebido o tiro que fôra destinado para Richard, o vilão morre, afundando-se nas areias movediças de um pântano. As oposições de classe afirmam-se desde o início do filme. A bem nascida Oriana torna-se o motivo do conflito e competição entre um nobre e um plebeu. O aristocrata é descrito como devasso, malévolo e sôfrego; o homem da classe baixa é o herói. As mulheres são igualmente contrastadas: Oriana é a esposa, Rosal, a amante. Oriana é associada com família e castidade; Rosal, a cigana, é associada com dança e sexualidade desenfreada. O matrimônio de Rosal é ilegítimo, porque ela se aproveitou da doença e da amnésia de Richard. Oriana casou-se com Sir Francis iludida acerca do falecimento de seu amado. A união entre iguais será apenas momentânea.

AEROPORTO DE JUAZEIRO DO NORTE
Como tenho feito, mais uma vez, mensalmente, estou voltando para analisar, mesmo que superficialmente, os números oficiais das estatísticas da Infraero (www.infraero.gov.br). Elas se referem ao período Janeiro-Setembro. Como sempre, sistematizei as informações no contexto de pais e de região norte-nordeste. O primeiro dado fundamental vem a ser a queda pelo terceiro mês consecutivo do movimento de aeronaves e de passageiros do aeroporto (Veja tabela 8 e gráficos). Certamente, ainda, na esteira do que está para ser resolvido, dando uma péssima impressão de como a burocracia de estado ainda fará persistir as deficiências por mais tempo. Não há sinais, apreciáveis, de retração do mercado, pela ocupação de lugares em voos. Mas, temos menos voos e sem dúvida alguma sazonalidade natural do período. Neste momento se espera a conclusão dos módulos de embarque e desembarque, bem como as gestões sobre desapropriações para nova área de um futuro terminal, bem como a iniciativa de alargar a Virgilio Távora em curtíssimo período. Há denúncias sobre a questão da insegurança no uso da via alternativa (paralela à Av. Virgilio Távora, a partir da Av. Humberto Bezerra até a Av. Manoel Alencar), no período noturno. Coisa, como diríamos, a se classificar apenas como caso de polícia. A despeito de sua exoneração como secretário municipal, o Dr. José Roberto Celestino deve permanecer colaborando, mais com a cidade que com a municipalidade, por sua boa vontade, competência e disponibilidade para que este Aeroporto de Juazeiro do Norte possa ser minimamente viabilizado em função do papel que desempenha em nosso desenvolvimento. Assim, esperamos.








sábado, 5 de outubro de 2013

Lei decide: azul e amarelo são as cores do Municíio para pintar bens públicos

O prefeito do município de Juazeiro do Norte, sancionou e promulgou o que a Câmara Municipal decretou, através da Lei Nº 4241, de 19 de setembro de 2013, com a qual institui as cores oficiais do Município de Juazeiro do Norte, para fins de pinturas de prédios públicos e veículos oficiais. Assim, ficaram instituídas como cores oficiais do Município de Juazeiro do Norte, aquelas predominantes em sua Bandeira, quais sejam: Azul e Amarela. As cores predominantes nas fachadas dos prédios públicos serão obrigatoriamente o amarelo, o azul e o branco, de acordo com as cores expressas na Bandeira do Município. Os imóveis públicos, os particulares utilizados pela Administração Municipal Direta, Indireta, Autarquias e Fundações Públicas Municipais, bem como as obras de engenharia e arquiteturas públicas, obrigatoriamente serão pintadas, na parte externa com as cores oficiais do Município, nesta Lei. A utilização das cores oficiais do Município instituídas por esta Lei será obrigatória quando da construção ou reforma de prédios públicos. Será dispensada a utilização das cores oficiais do Município, quando: I – o bem imóvel ou obra que, por sua identificação e/ou visualização, exigir cores especiais, em normas nacionais ou internacionais; II – se tratar de obras de arte ou bens tombados como patrimônio histórico e cultural, assim definidos em Lei; III – se tratar de imóveis cedidos por órgãos da administração direta e indireta, autarquias e fundações públicas do Estado e da União. Os veículos automotores e máquinas pertencentes à frota municipal, deverão conter faixa pintada combinada pela cores amarela e azul, e aplicação de adesivo contendo o símbolo oficial do Município de Juazeiro do Norte. A obrigatoriedade da utilização das cores do Município de Juazeiro do Norte deverá se estender aos permissionário de serviços públicos municipais. O disposto nesta Lei não se aplica aos veículos oficiais de uso exclusivo do Prefeito, do Presidente da Câmara Municipal, de Presidentes de Autarquias e Fundações Públicas Municipais. Os Chefes dos Poderes Executivo e Legislativo Municipal, na qualidade de gestores são responsáveis diretos pelo cumprimento de tudo que está contido nesta Lei, guardada a cada um a sua competência, e em caso de descumprimento, responderão civil, criminal e por ato de improbidade administrativa. A autoria da Lei é dos Vereadores José Tarso Magno Teixeira da Silva e Cícero Claudionor Lima Mota, com coautoria do vereador Cláudio Sergei Luiz e Silva e subscrição dos vereadores João Alberto Morais Borges e José Ivan Beijamim de Moura.
CINE ROULIEN
O que os nossos pais assistiam antigamente? Voltamos aos cartazes dos cines Roulien (Rua São Pedro, 389) e Eldorado (Rua Santa Luzia, 429) durante o ano de 1949. No dia 14.08.1949 o Roulien exibiu em sua sessão às 19:30h o filme Além do horizonte azul. A ficha técnica da película é: Título original: Beyond The Blue Horizon; Estados Unidos, 1942; Direção: Alfred Santell; Elenco: Dorothy Lamour, Richard Denning, Jack Haley; Sinopse: Presa em uma ilha tropical, garota amadurece tendo por companhia apenas um tigre e um chimpanzé. Anos mais tarde, ao ser resgatada, herda uma grande fortuna.

Pat O'Brien plays ex-Army officer Steve Jameson, who becomes the chief guard at San Quentin State Prison.
CINE ELDORADO
O Eldorado exibia no dia 28.08.1949: A filha da pecadora. A ficha técnica, sumariamente, é: Título original: Desert fury; Estados Unidos, 1947; Direção: Lewis Allen; Elenco: John Hodiak (Eddie Bendix), Lizabeth Scott (Paula Haller), Burt Lancaster (Tom Hanson), Wendell Corey (Johnny Ryan), Mary Astor (Fritzi Haller), Kristine Miller (Claire Lindquist), William Harrigan (Juiz Berle Lindquist), James Flavin (Xerife Pat Johnson), Anna Camargo (Rosa), Jane Novak (Mrs. Lindquist); Sinopse: Fritzi Haller (Mary Astor) é a dona de um saloon e um casino na fictícia pequena cidade de Chuckawalla, Nevada. Sua fiha, Paula Haller (Lizabeth Scott), acabou de largar o colégio e resolveu voltar para casa ao mesmo tempo que o gangster Eddie Bendix (John Hodiak) também retorna à cidade. Ele já se envolveu com Fritzi, mas deixou a cidade sob suspeita de ter assassinado sua mulher. Paula apaixona-se por Bendix, eles se envolvem. O ex-namorado de Paula e xerife local, Tom Hanson (Lancaster), junto ao parceiro de Bendix, Johnny Ryan (Corey), tentam acabar com o relacionamento. Quando Fritzi descobre sobre os dois, logo tenta proteger Paula desse provável desastre amoroso. Mas, quando resolve fugir de Hanson - que quer livrar a cidade de tipos como Bendix e Ryan, Eddie Bendix verá que o passado, apesar de morto, ainda poderá cruzar seu caminho de maneira inesperada...
UTILIDADE PÚBLICA
O Governo Municipal tornou público que reconheceu de utilidade pública as seguintes instituições:

A) LEI Nº 4242, DE 19 DE SETEMBRO DE 2013: Reconhece de utilidade pública o Projeto de Reabilitação Emanuel Deus Conosco, fundada em 27 de dezembro de 2012, é uma associação civil, sem fins lucrativos, de caráter social, que tem por finalidade o amparo, a recuperação e a reabilitação física, mental e moral de pessoas dependentes de entorpecentes e drogas afins, sem distinção de raça, religião, cor ou credo político, voltada a crianças, adolescentes e adultos de ambos os sexos, de duração indeterminada, com sede e foro no Município de Juazeiro do Norte, Estado do Ceará, regendo-se por seus estatutos sociais e bem como pelas leis, usos e costumes nacionais. AUTORIA: Vereadora MARIA DE FÁTIMA FERREIRA TORRES; B) LEI Nº 4243, DE 19 DE SETEMBRO DE 2013: Reconhece de utilidade pública a ORGANIZAÇÃO NÃO GOVERNAMENTAL DE EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTE – ASA BRANCA - ONGECEAB, fundada em 16 de maio de 2013, é uma instituição civil, sem fins lucrativos, de caráter democrático, social, educacional e cultural, sem distinção de raça, cor, sexo, credo religioso ou ideologia política e partidária, de duração indeterminada, com sede e foro no Município de Juazeiro do Norte, Estado do Ceará, regendo-se por seus estatutos sociais e bem como pelas leis, usos e costumes nacionais. AUTORIA: Vereador JOSÉ DE AMÉLIA JÚNIOR. C) LEI Nº 4244, DE 19 DE SETEMBRO DE 2013: Reconhece de utilidade pública a Atitude do SERtão – Centro de Apoio Sócio Familiar, fundada em 13 de março de 2012, é uma associação civil, sem fins lucrativos, de caráter assistencial, que tem missão e articular a assistência social complementar com as demais políticas sociais de saúde, educação, esporte e cultura, de duração indeterminada, com sede e foro no Município de Juazeiro do Norte, Estado do Ceará, regendo-se por seus estatutos sociais e bem como pelas leis, usos e costumes nacionais. AUTORIA: Vereador JOSÉ TARSO MAGNO TEIXEIRA DA SILVA.
Também foi aprovado, no dia 01.10, pp, a concessão da mesma honraria à Dra. Efigênia Coelho Cruz, Promotora do Ministério Público Estadual em Barbalha. Infelizmente não temos os seus dados biográficos.
CIDADÃOS JUAZEIRENSES
RESOLUÇÃO N.º 670 DE 24 DE SETEMBRO DE 2013, Concede Título Honorífico de Cidadão Juazeirense ao Ilustríssimo Senhor Dr. Fernando Antônio Batista Bino (Advogado), pelos inestimáveis serviços prestados à nossa comunidade. Autoria: José Tarso Magno Teixeira da Silva; Coautoria: Danty Bezerra Silva; Subscrição: Pedro Bertrand Alencar Montezuma Rocha – Firmino Neto Calú – João Alberto Morais Borges – Glêdson Lima Bezerra – José Ivan Beijamim de Moura – Antônio Cledmilson Vieira Pinheiro – Cícero Claudionor Lima Mota – Paulo José de Macêdo – Maria Calisto de Brito Pequeno. O Dr. Ocupa o cargo de SUBPROCURADOR ADJUNTO, da PROCURADORIA GERAL DO MUNICÍPIO – PGM, nomeado pelo prefeito municipal em 05.03.2013. Também foi concedido a mesma honraria à Dra. Efigênia Coelho Cruz (foto), integrante do Ministério Público, na cidade de Barbalha.

domingo, 22 de setembro de 2013

Governador do Tocantins é cidadão juazeirense

A Câmara Municipal de Juazeiro do Norte acaba de conceder o título de Cidadão Juazeirense a duas personalidades: Jose Wilson Siqueira Campos, governador do Estado de Tocantins, e o advogado Fernando Antonio Pinho. José Wilson Siqueira Campos nasceu na cidade do Crato, em 1928, filho de mestre Pacífico Siqueira Campos, sapateiro, e de dona Regina Siqueira Campos. Ficou órfão de mãe aos 12 anos, falecida em trabalho de parto, e viajou pelo país por quase 10 anos, em busca de oportunidade, até chegar à cidade de Colinas, no então Norte de Goiás. Antes, passou pelos estados do Amazonas (onde foi seringueiro), Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Em Colinas, Siqueira começou a trabalhar na área rural, o que despertou nele a vocação política: fundou a Cooperativa Goiana de Agricultores e deflagrou o movimento popular que pedia a criação do Tocantins. Elegeu-se vereador de Colinas, e foi escolhido presidente da Câmara (1966). Como deputado federal foi sempre contra o movimento  Diretas Já. Nas votações de maior repercussão votou contra a emenda Dante de Oliveira em 1984 e votou em Paulo Maluf no Colégio Eleitoral contra Tancredo Neves em 1985. A defesa da criação do Tocantins causou reações violentas e Siqueira foi vítima de várias tentativas de assassinato. Cercado por forças federais armadas, foi preso por 21 dias, sendo libertado. Após o episódio Siqueira foi eleito deputado federal, reeleito por mais quatro mandatos, permanecendo no cargo entre 1971 e 1988, enquanto representante do norte goiano. Chegou a fazer uma greve de fome de 98 horas em favor da causa separatista. Siqueira foi, inclusive, deputado federal Constituinte e relator da Subcomissão dos Estados da Assembleia Nacional Constituinte, tendo redigido e entregado ao presidente da Assembleia (deputado Ulisses Guimarães) a fusão de emendas (conhecida como Emenda Siqueira Campos) que, aprovada, deu origem ao Estado do Tocantins, com a promulgação da Constituição Federal de 1988. A criação do Tocantins, pelos deputados membros Assembeia Constituinte, finalizou uma luta de quase 200 anos dos moradores do então Norte de Goiás em prol da redivisão do Estado, trazendo a perspectiva de desenvolvimento para uma região que viveu séculos de relativo isolamento. Com o Tocantins finalmente criado, Siqueira Campos se elegeu o primeiro governador, para mandato de dois anos (de 1º de janeiro de 1989 a 15 de março de 1991). Foi também responsável pela construção da capital Palmas que é em tese a última cidade brasileira planejada do século 20. Siqueira Campos voltou a ocupar o cargo governador por mais dois mandatos consecutivos (1995 a 1998 / 1999 a 2003), tendo somado, no total, 9 anos e 5 meses à frente do Executivo estadual. Foi um período em que o Estado saiu da total precariedade até chegar ao início de sua industrialização. Nas eleições de 2006 foi derrotado pelo então governador e candidato a reeleição Marcelo Miranda. Contudo, nas eleições de 2010 derrotou Carlos Henrique Gaguim, na disputa para o Governo do Estado por uma margem apertada de votos (menos de um por cento de diferença). É casado com Marilúcia Siqueira Campos e tem oito filhos, dentre os quais, Eduardo Siqueira Campos, que já exerceu o cargo de senador da república. (Wikipedia) Infelizmente não nos foi possível obter dados biográficos mínimos do advogado Fernando Antonio Pinho.
NOVAS RUAS
Duas novas ruas foram nomeadas por atos da Câmara Municipal, conforme as Leis: LEI N.º 4235, DE 5 DE SETEMBRO DE 2013, que denomina de RUA GERALDO JOSÉ PEREIRA (Geraldo Rosa), a quarta Rua paralela sul com a Avenida Cícero Gonçalves, segunda paralela sul com a rua Isaías Nunes de Mendonça, com início na Rua Silvana Couto, localizada no Loteamento Raimundo Viana, no bairro Frei Damião, de autoria do vereador Cláudio Sergei Luz e Silva. E LEI N.º 4236, DE 5 DE SETEMBRO DE 2013, que denomina de RUA CÍCERO SOBREIRA, a primeira rua paralela oeste a Rua S.D.O, com início na rua Ezequiel Almeida, sentido norte/sul, término na rua Beato José Lourenço, no Loteamento Parque Sobreira, bairro Tiradentes, de autoria do vereador José Tarso Magno Teixeira da Silva.

CINE ROULIEN
O que os nossos pais assistiam antigamente? Voltamos aos cartazes dos cines Roulien (Rua São Pedro, 389) e Eldorado (Rua Santa Luzia, 429) durante o ano de 1949. No dia 31.07.1949 o Roulien exibiu em sua sessão às 19:30h o filme Falta alguém no manicômio. A ficha técnica da película é: Título original: (o mesmo); Brasil, 1948; Direção: José Carlos Burle; Elenco: Oscarito (Gastão), Vera Nunes (Maria Luiza), Modesto de Souza (Jerônimo), Roacir Silveira (André),  Luiza Barreto Leite (Madalena), Sérgio de Oliveira (Dr.Diniz), Cecy Medina (Teresa), Ruth de Souza (Júlia), Aniz Murad, Navarro de Andrade; Sinopse: Por obra do destino, André e Maria Luisa se encontram num navio. Ao desembarcarem, André oferece repouso para a moça, que mesmo com as insistências do rapaz nega o convite. Despedem-se, mas o rapaz -esperançoso - deixa seu telefone. Chegando em casa, André reencontra seus parentes com problemas mentais, que ali residem e tenta convencê-los da não internação. Além do coração bondoso do rapaz, no testamento de seu pai estava explícito que a herança só seria herdada se eles ali permanecem. Em seguida, Maria Luisa, por não conseguir vaga nos hotéis do Rio, telefona ao rapaz pedindo guarida. Lá chegando, se surpreende ao saber de Gastão, o irmão de André, que este possui problemas mentais. Em seguida, após o almoço, André se declara a Maria Luisa que escuta pacientemente, embora desconfiando da lucidez do rapaz. Apaixonada, Maria Luisa vai ao consultório de um amigo pedir auxílio para a resolução de seu "louco amor". O Dr. Diniz se compromete em ajudar. Percebendo logo a confusão, decide por bem interná-los. Mas após muito insistir, o casal consegue dissuadir o doutor, que surpreendentemente resolve morar na casa... finalmente tudo termina bem com um beijo glorioso do casal.
CINE ELDORADO
O Eldorado exibia no dia 09.08.1949: A culpa dos pais.A ficha técnica, sumariamente, é: Título original: I bambini ci guardano; Itália, 1944; Direção:Vittorio de Sica; Elenco:  Emilio Cigoli (Andrea - O pai),  Luciano De Ambrosis (Pricò),  Isa Pola (Nina - A mãe),  Adriano Rimoldi (Roberto - O amante de Nina),  Giovanna Cigoli (Agnese - A governanta),  Jone Frigerio (A avó), Maria Gardena (Senhora Uberti),  Dina Perbellini (Tia Berelli);  Sinopse: O filme mostra as preocupações de uma jovem mãe (Isa Pola), que não consegue suportas as pressões geradas pela responsabilidade familiar. Ela abandona o marido (Emílio Cigoli) e os filhos, arruinando a vida do filho mais velho, Prico (Luciano de Ambrosis), permanentemente. Evitando interpretações rococós e exageros dramáticos, De Sica de uma maneira sutil, conta fatos chocantes, de forma sensível e impressionante.
NOVA TESE
Aconteceu no ultimo dia 13 de setembro de 2013 a defesa da Tese de Doutoramento de Ana Cecilia Esmeraldo Alves (Professora da URCA), no Curso de Pós-Graduacão em Geografia, UFC-Foraleza, na Área de Concentração, "Dinâmica Ambiental e Territorial", na linha de pesquisa "Natureza, campo e cidade no Semiárido". A banca examinadora foi constituída pelos seguintes membros: Christian Dennys Monteiro de Oliveira – UFC (Orientador), Beatriz Maria Soares Pontes – UFRN, Maria da Graça Lopes da Silva Mouga Poças Santos - Instituto Politécnico de Leiria/Portugal, Raimundo Elmo de Paula Vasconcelos Junior – UECE, Raimundo Freitas Aragão – UFC. O titulo da Tese e: Territorialidades Religiosas em Irradiação: Um Olhar Geoturístico Sobre a Devoção Alagoana às Representações de Padre Cícero e Juazeiro do Norte/Ceará. Eis o seu Resumo: A pesquisa intitulada: Territorialidades Religiosas em Irradiação: Um olhar geoturístico sobre a devoção alagoana às representações de Padre Cícero e Juazeiro do Norte-Ceará, objetiva demonstrar como essa irradiação vem sendo documentada e apoiando a intercomunicação das romarias em seus lugares de origem e destino, bem como, também, analisar as territorialidades religiosas em irradiação, sobre a devoção alagoana às representações de Padre Cícero e Juazeiro do Norte-Ceará, no estado de Alagoas e suas implicações turístico-religiosas e culturais, mapeando uma nova geografia da fé, visando constatar se há um pólo de irradiação dessa devoção ou se o mesmo encontra-se em fase de construção. Optou-se por uma pesquisa descritivo-exploratória de abordagem qualitativa/interpretativa para melhor demonstrar que os mecanismos da alter-identitários da devoção ao Padre Cícero não estão circunscritos a Juazeiro e seu entorno imediato. Ao contrário, repercutem como estratégias territoriais que atualizam o mito profético do santo redentor. Discutir as territorialidades religiosas em irradiação nos direciona para o conhecimento da análise proposta dos novos espaços religiosos em expansão, no período contemporâneo, apontando nova configuração territorial das regiões devocionais e o emaranhado místico, cultural e político que vem sendo traçado com base na religiosidade popular que o devoto está territorializando em nome da fé e da devoção ao Padre Cícero. Palavras-Chaves: Devoto, irradiação, território e turismo.
MEMÓRIA (1)
No dia 18, pp, eu recebi por e-mail o comunicado: “Amigos e amigas, Por favor entrem no YOUTUBE e procurem BEATLEMANIA 10 ANOS – um vídeo contando a história do nosso programa na Rádio Universitária/Goiânia  - DEZ ANOS NO AR. Obrigado pela divulgação. Sobreira.” Ora, não é outro senão João Sobreira Rocha, querido amigo dos bancos salesianos, em princípios dos anos 60. O João foi um dos primeiros na Rádio Progresso em Juazeiro do Norte, ao tempo em que trabalhava na Varig. Depois foi transferido para Goiânia onde passou a gerenciar a Varig naquele aeroporto. Ingressou em diversas emissoras goianas e terminou por se fixar na Rádio Universitária. Há 10 anos tem um programa de grande sucesso. Mas, eu não preciso contar toda a história. Mais prazeroso é ouvir o João contar esta história. Portanto, Acessem:
Claro que desejamos ao João mais uma longa temporada de sucesso com seu público.

MEMÓRIA (2)
Agradeço o interesse de Sávio Leite Pereira, mas também de Paulo Machado que remeteram em separado a via eletrônica desta correspondência, assinada pelo secretário Expedito Pereira, que comunica para a Associação Comercial de Ilhéus (BA) a nova diretoria da Associação Comercial de Juazeiro,  em 1942. Naquela oportunidade a nova diretoria da instituição estava encabeçada por Luciano Teófilo de Melo, que havia sido reeleito. Igualmente agradeço a atenção de José Leite, Ester juazeirense incansável que é o cônsul de nossa cidade em Ilhéus. Ele é que recolheu o documento, digitalizou e nos mandou. Somos gratos por sua atenção.

sábado, 14 de setembro de 2013

A DEVOÇÃO A N. S. DAS DORES EM JUAZEIRO

O culto a Nossa Senhora das Dores iniciou-se em 1221, no Mosteiro de Schönau, na Alemanha. A sua veneração, na Itália teve inicio em Florença em 15.09.1239, pela Ordem dos Servos de Maria. Deve o seu nome às Sete Dores da Virgem Maria, que são: 1.A profecia de Simeão sobre Jesus; 2.A fuga da Sagrada Família para o Egito; 3.O desaparecimento do Menino Jesus durante três dias; 4.O encontro de Maria e Jesus a caminho do Calvário; 5.Maria observando o sofrimento e morte de Jesus na Cruz; 6.Maria recebe o corpo do filho tirado da Cruz; e 7.Maria observa o corpo do filho a ser depositado no Santo Sepulcro. A devoção a Nossa Senhora das Dores foi introduzida nas terras do Tabuleiro, futuro Joazeiro, ainda nos últimos anos do século 18, por colonizadores vindos de SE, AL e PE, por volta de 1745, e que se estabeleceram entre Crato e Joazeiro. Especialmente, a partir de 15.09.1827, com a pedra fundamental da capelinha na fazenda Joazeiro, do Brigadeiro Leandro Bezerra Monteiro, a data foi adotada para a celebração da festa em honra da santa. Note que a data não era oficial, mas seguia a tendência européia de considerá-la como tal. Quando o Pe. Cícero chegou a Joazeiro, em 1872, já encontrou esta veneração e a capelinha que ele reformaria. Portanto, Nossa Senhora das Dores, com imagem preciosa e requintada, ainda hoje existente, era de fato a padroeira do lugar e havia naquela data a celebração da festa da santa, sem status de padroeira, pois só havia a fazenda e a capela. Não havia nem município nem paróquia. Anos mais tarde, em 1889, o fato miraculoso ficou conhecido porque aconteceu na capela dedicada a N.S. das Dores. Foi o Papa Pio X, cujo pontificado aconteceu entre 04.08.1903 e 20.08.1914 aquele que fixou a data definitiva de 15 de Setembro, conservada no novo calendário litúrgico, que mudou o título da festa, reduzida a simples memória: não mais Sete Dores de Maria, mas menos especificadamente e mais oportunamente: Virgem Maria Dolorosa. Nossa Senhora das Dores (também chamada Nossa Senhora da Piedade, Nossa Senhora da Soledade, Nossa Senhora das Angústias, Nossa Senhora das Lágrimas, Nossa Senhora das Sete Dores, Nossa Senhora do Calvário, Nossa Senhora do Monte Calvário ou ainda Nossa Senhora do Pranto, e invocada em latim como Beata Maria Virgo Perdolens, ou Mater Dolorosa), sendo sob essa designação própria de Portugal. A capela do Joazeiro somente em 1917 foi elevada a sede de Paroquia-Matriz, e como a devoção já vinha vindo pela tradição cristã do lugar, Nossa Senhora das Dores foi proclamada, de fato e de direito, como padroeira do município. Considero sem propósito leal a discussão fútil de que o Pe. Cícero não e o responsável pela grandeza da festa da padroeira como celebramos. Quando ele chegou a Joazeiro ele só contribuiu para esta devoção. Motivado pelas romarias que se iniciaram já em 1889, Pe. Cícero incentivou mais e mais esta devoção e para ela contribuiu decisivamente no seio do povo romeiro. Nem tanto quanto ele, somente nos 40 últimos anos do século passado se encontrou no vigário, Mons. Francisco Murilo de Sá Barreto, a forca, a determinação e a condução verdadeira desta devoção, associada ao papel desempenhado pelo Pe. Cícero junto aos seus romeiros, ate contra a indiferença e a ma vontade instalada na Diocese de Crato. Portanto, não só estranho, mas ate censurável que esta mesma Diocese ainda continue a fomentar na formação de seus quadros, ate por seu seminário, a antipatia em aceitar um fato tão sedimentado na mente do romeiro devoto, pela desleal afirmação de que este fato, o papel desempenhado pelo Pe. Cícero deve ser minimizado.    
CINE ROULIEN
O que os nossos pais assistiam antigamente? Voltamos aos cartazes dos cines Roulien (Rua São Pedro, 389) e Eldorado (Rua Santa Luzia, 429) durante o ano de 1949. No dia 16.07.1949 o Roulien exibiu em sua sessão às 19:30h o filme Museu de horrores. A ficha técnica da película é: Título original: Crack-up; Estados Unidos, 1946; Direção: Irving Reis; Elenco: Pat O'Brien, Claire Trevor, Herbert Marshall; Sinopse: O protagonista de Crack-Up é George Steele (Pat O'Brien), um historiador de arte de meia-idade que acredita que a arte é para todos desfrutar, não só uma minoria rica, mas suas idéias não são bem-vindas no Museu Metropolitan, e ele se torna o alvo de uma campanha de difamação bem elaborada. George começa a suspeitar que alguém no museu está substituindo obras de arte por falsificações. Ele tenta descobrir os culpados para desvendar este intricado mistério.  Na sequência de abertura, George tenta freneticamente invadir o museu, mas o guarda o impede e este entra em colapso, perdendo os sentidos. Ele acorda em um sofá no escritório museu, cercado por seus colegas. Ele pergunta se havia outros sobreviventes no desastre de trem e todos negam que tal fato tenha ocorrido há meses nos arredores.  Confuso, George tenta refazer seus passos e, em flashback, relembra que teve de fazer uma viagem de trem para visitar a mãe doente, onde presencia na direção oposta um farol se aproximando até que se choca com o trem em que está a bordo, tirando-lhe a consciência. Isso é tudo o que ele lembra, mas a invasão do museu lhe é desconhecida ou mesmo o motivo que poderia tê-lo levado a tal. George suspeita que alguém está tentando desacreditá-lo, e talvez foi o que o levou à invasão do museu, a fim de desvendar o caso das falsificações. A tensão aumenta quando George percebe que há semelhanças entre o esquema de falsificação com crimes cometidos pelos nazistas durante a guerra, levantando a suspeita de uma ação atual em plena América. George passa a maior parte do filme entre as poucas pistas que consegue reunir, atordoado pela amnésia parcial ou simplesmente inconsciente. Mesmo a força internacional de polícia na fuga dos falsificadores deixa George no escuro. É como se é próprio cérebro não pertencesse a ele. Os vilões manipulam facilmente sua mente e seu corpo é feito um fantoche para as autoridades. Esta falta de auto-consciência vem à cabeça quando o psiquiatra Dr. Lowell usa um soro para extrair a verdade e a ficção da mente de George. Trata-se de um filme médio, com certas discrepâncias em algumas situações do filme, porém a abordagem do atordoamento do pós-guerra, criando uma sociedade entre as ações escusas e a completa sensação de desequilíbrio é um tema corrente do noir, expressando o sentimento latente da época.
CINE ELDORADO
O Eldorado exibia no dia 24.07.1949: Eu e o Sr. Satan. A ficha técnica, sumariamente, é: Título original: Angel on my shoulder; Estados Unidos, 1946; Direção: Archie Mayo; Elenco: Paul Muni, Erskine Sanford, Marion Martin, Anne Baxter, Onslow Stevens, George Cleveland, Hardie Albright e Claude Rains; Sinopse: O gangster Eddie Kagle é morto por um de seus cúmplices. Já no inferno, Mefistófeles repará-lo por sua semelhança com um velho inimigo, o juiz Parker. Obter Eddie retorna ao mundo dos vivos e adotar a personalidade do juiz. Eddie aceita obcecado por vingança, mas em sua nova existência, vai encontrar um anjo que luta pela sua rendição, Barbara, a bela noiva do juiz Parker. 
CIDADÃO JUAZEIRENSE
A Câmara Municipal de Juazeiro do Norte decidiu recentemente conceder ao atual prefeito da cidade de Petrolândia (PE), LOURIVAL ANTÔNIO SIMÕES NETO, o Título Honorífico de Cidadão Juazeirense. O ato foi baixado no dia 22 de agosto, pp. Assinaram: Autoria: Rubens Darlan de Morais Lobo; Coautoria: Danty Bezerra Silva, Subscrito: Paulo José de Macêdo – José Ivan Beijamim de Moura – Pedro Bertrand Alves Montezuma Rocha – Antônio Cledmilson Vieira Pinheiro – Antônio Vieira Neto – Firmino Neto Calú – João Alberto Morais Borges – José Nivaldo Cabral de Moura – Ronaldo Gomes de Lira – Cláudio Sergei Luz e Silva – Cícero Claudionor Lima Mota – Glêdson Lima Bezerra – Rita de Cássia Monteiro Gomes – Maria Calisto de Brito Pequeno e Maria de Fátima Ferreira Torres.

GUIA DO ESTUDANTE DESTACA 49 CURSOS DA UFC
Quarenta e nove cursos da Universidade Federal do Ceará receberam destaque no Guia do Estudante 2014, que começa a circular em outubro deste ano. A publicação, produzida pela Editora Abril, tem caráter nacional e é utilizada como referência pelos alunos de Ensino Médio na hora de escolher seus cursos. No caso da UFC, nove cursos receberam a pontuação máxima: Ciências da Computação, Ciências Biológicas, Ciências Econômicas, Economia Doméstica, Enfermagem, Farmácia, Matemática, Medicina e Pedagogia, todos dos campi de Fortaleza. Em 2010, apenas três cursos haviam obtido cinco estrelas. O Guia do Estudante é resultado da avaliação de uma equipe de consultores formada por professores, coordenadores de curso, chefes de departamento e avaliadores do Ministério da Educação. Cada um deles classifica os cursos conforme os conceitos excelente (cinco estrelas), muito bom (quatro estrelas), bom (três estrelas), regular, ruim e "prefiro não opinar", com base no questionário preenchido pelos coordenadores. Os consultores não podem avaliar os cursos das instituições onde trabalham. O resultado 2014 confirma a tendência de crescimento da UFC. No Guia de 2012, um total de 39 cursos da Universidade havia recebido destaque. No ano passado, o número de cursos estrelados aumentou para 43.
Veja a lista completa dos cursos da edição de 2014:
Ciência da Computação, Ciências Biológicas, Ciências Econômicas, Economia Doméstica, Enfermagem, Farmácia, Matemática, Medicina, Pedagogia, (Todos em Fortaleza) – Conceito 5 Estrelas (Excelente)
Administração, Agronomia, Biblioteconomia, Ciências Atuariais, Ciências Contábeis, Ciências Sociais, Design de Moda, Direito, Engenharia Civil, Engenharia de Alimentos, Engenharia de Pesca, Engenharia de Telecomunicações, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia Química, Estatística, Filosofia, Física, Geografia, História, Jornalismo, Odontologia, Psicologia, Publicidade e Propaganda, Química, Secretariado Executivo, Zootecnia (Todos em Fortaleza) – Conceito 4 Estrelas (Muito Bom)
Administração e Biblioteconomia (Ambos em Juazeiro do Norte) – Conceito 4 Estrelas
Sistemas de Informação (Em Quixadá) – Conceito 4 Estrelas (Muito Bom)
Arquitetura e Urbanismo, Educação Física, Engenharia de Produção, Engenharia Metalúrgica, Geologia (Todos em Fortaleza) – Conceito 3 Estrelas (Bom)
Ciências Econômicas, Engenharia da Computação, Engenharia Elétrica, Medicina, Psicologia (Todos em Sobral) - Conceito 3 Estrelas (Bom)
Obs. Dos Cursos assumidos pela UFCA não foram citados os de Medicina, Agronomia, 

A ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR DA UFCA 
Foi definida a composição da Administração Superior da Universidade Federal do Cariri (UFCA), da qual a Universidade Federal do Ceará é tutora. Ao lado da Reitora Pro Tempore Suely Chacon, o Prof. Ricardo Luiz Lange Ness foi nomeado Vice-Reitor da instituição, conforme Portaria nº 755 do Ministério da Educação, assinada pelo Ministro Aloísio Mercadante. Ness é natural de Pelotas, no Rio Grande do Sul, mas está radicado no Ceará desde 1980. Graduou-se em Agronomia pela UFC, e tem doutorado em Ciências Agrárias pela Georg-August Universität – Göttingen, Alemanha. Foi coordenador do Curso de Agronomia, Vice-Diretor e Diretor do então Campus do Cariri, da UFC. A UFCA foi criada oficialmente em junho deste ano, agregando os campi de Juazeiro do Norte, Crato e Barbalha, e os novos campi dos municípios de Brejo Santo e Icó, que ainda serão construídos. A instituição herda a infraestrutura e o quadro de alunos, professores e servidores técnico-administrativos dos campi da UFC no Cariri, bem como os cursos de graduação e pós-graduação já existentes. A previsão é que a UFCA atenda a 6.490 estudantes da região.
Confira a lista completa de integrantes da Administração da UFCA:
Reitora: Suely Salgueiro Chacon
Vice-Reitor: Ricardo Luiz Lange Ness
Chefe de Gabinete: Polliana de Luna Nunes Barreto
Chefe de Cerimonial: Francilda Alcântara Mendes
Pró-Reitor de Administração: Francisco Dreno Viana da Silva
Pró-Reitor de Cultura: Ivânio Lopes de Azevedo Júnior
Pró-Reitoria de Ensino: Ana Candida de Almeida Prado
Pró-Reitor de Extensão: Eduardo Vivian da Cunha
Pró-Reitor de Gestão de Pessoas: Roberto Rodrigues Ramos
Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação: Celme Torres Ferreira da Costa
Pró-Reitor de Planejamento e Orçamento: Silvério de Paiva Freitas Júnior
Diretor da Faculdade de Medicina: Claudio Gleidiston Lima da Silva
Diretora de Assistência Estudantil: Cláudia Araújo Marco
Diretora de Assuntos Internacionais: Joselina da Silva
Diretor de Expansão: Marcelo de Oliveira Santiago
Diretor de Gestão de Serviços: Cristiano Viana Cavalcante Castellão Tavares
Diretora de Infraestrutura: Larissa Maria Argollo de Arruda Falcão
Diretor de Tecnologia da Informação: Herbert Novais Onofre
Diretora do Sistema de Bibliotecas: Glacinésia Leal Mendonça
Ouvidor: Geovani de Oliveira Tavares
Coordenadora de Acessibilidade: Adriana Barroso Botelho
Coordenador de Comunicação: José Anderson Freire Sandes
Coordenadora dos Órgãos de Deliberação Coletiva: Lia Maria Silveira David


Adicionar legenda
IRACEMA MAGALHÃES DA SILVA
No dia 13, pp, a Senhora Iracema Magalhães da Silva, foi homenageada pela Associação dos Filhos e Afilhados de Juazeiro do Norte, durante a celebração da Missa da Padroeira, Nossa Senhora das Dores, fato que se repete a cada ano no dia 15 de setembro, ou nas suas proximidades. Sobre a homenageada, pronunciei no ato a seguinte alocução:
“Iracema Magalhães da Silva nasceu no dia 25 de abril de 1918, na cidade de Juazeiro do Norte. Filha de Pedro Nunes Gonçalves e Maria Magalhães (Mãe Doninha), foi batizada e registrada com o nome civil de Iracema Gonçalves Magalhães. Fez o curso primário no Grupo Escolar Pe. Cícero e aos 12 anos de idade já dava seus primeiros passos para o Magistério, gostando muito de ensinar, sendo vocacionada para o magistério. Diplomou-se Professora Ruralista, pela velha e querida Escola Normal Rural de Juazeiro do Norte, sendo pela ordem a 35ª. Professora formada por este estabelecimento. Sua turma era constituída de outras 21 professoras e um professor: Alzira Pereira Menezes; Cecí Américo Bezerra; Elias Rodrigues Sobral; Grasiela Aderaldo Castelo; Honorina Gomes de Sá; Idelvisse Belém de Figueiredo; Margarida Ozir Moreira; Maria de Lourdes Garcia; Maria do Carmo Ribeiro; Maria Geni Machado; Maria Glafira Moreira Landim; Maria Gondim Lóssio; Maria Izete Bezerra; Maria Maura Leitão Melo; Maria Rodrigues Sobral; Maria Stela Ribeiro; Maria Zuila Saraiva e Silva; Nicéia Campos Dias; Querubina Mendonça; Raimunda Gonçalves da Cruz; Raimunda Rodrigues de França; e Tarcila Moreno Dias. Essa grande festa de conclusão de curso da terceira turma da Escola, aconteceu na noite do dia 19.11.1939, no Auditorium Amália Xavier de Oliveira. O paraninfo foi o interventor federal no Ceará, Dr. Francisco de Menezes Pimentel, representado no ato pelo prof. Plácido Aderaldo Castelo. E Geni Machado foi a oradora da turma.  Após concluir o curso Pedagógico na Escola Normal Rural, foi convidada para ocupar uma “Cadeira”, e teve o seu contrato efetivado, para ensinar no curso primário. Depois, veio a realizar sua capacitação num curso da CADES, em Fortaleza, durante três anos. A Campanha de Aperfeiçoamento e Difusão do Ensino Secundário (CADES) foi criada em 1953, para difundir e elevar o nível do ensino secundário. Procurava-se tornar a educação secundária mais ajustada aos interesses e possibilidades dos estudantes bem como às reais condições e necessidades do meio a que a escola servia, conferindo ao ensino secundário maior eficácia e sentido social. Nas décadas de 50 e 60, a CADES prestou relevantes serviços à educação brasileira, através da realização de cursos de treinamento para professores do ensino secundário, e diversas outras atividades. A CADES conferia o registro de professor do ensino secundário e o direito de lecionar onde não houvesse disponibilidade de licenciados por faculdade de filosofia. Concluído o curso estava Iracema Magalhães apta para ministrar conteúdos específicos no Curso Ginasial. E assim aconteceu ensinando Geografia com grande conhecimento, na mesma Escola Rural de Juazeiro do Norte. Contraiu matrimônio, em fevereiro de 1950, com Miguel Agostinho da Silva e teve quatro filhos Ione, Pedro, Fátima e Max. Tem hoje oito netos e oito bisnetos. Foi uma das fundadoras do Ginásio Estadual Adauto Bezerra, ao lado da Profª Lindalva Machado Ribeiro e Dr. Raimundo Tavares Neves. Também ensinou no Colégio dos Frades Capuchinhos em Juazeiro do Norte. Ao aposentar-se, em 1969, veio residir em Fortaleza, onde permanece até hoje. Salientamos que Dona Iracema tem parentescos muito próximos com grandes educadoras de sua terra. Ela é prima legítima de Maria Gonçalves da Rocha Leal, uma legenda da educação no Ceará, e com a beata Isabel Montezuma da Luz, que era mestra no ensino da Leitura e das Artes, na época do Pe. Cícero Romão Batista. A mãe de D. Iracema era sobrinha legítima da referida beata, e a mesma gostava sempre de dizer: - Iracema é a única filha a herdar os dotes da tia. Dona Amália Xavier de Oliveira, suas irmãs e outras jovens da época foram alunas da beata. Esta síntese biográfica, por si só, já faz da homenageada uma pessoa de destaque no meio cultural juazeirense, com nossas homenagens. É, portanto, com imenso orgulho que prestamos esta homenagem a dona Iracema Magalhães da Silva, uma das mais brilhantes e dignas juazeirenses que consagrou a sua juventude, o melhor de suas energias para realizar um trabalho pelo desenvolvimento de nossa cidade, na área da educação, fato que jamais poderia ser desconhecido de todos nós. Escolhemos, então, esta data expressiva, da festa de nossa padroeira, Nossa Senhora das Dores, para firmar na solenidade desta celebração todo o nosso afeto e agradecimento.” 

AEROPORTO DE JUAZEIRO DO NORTE
Nesta semana a Infraero publicou em seu site, como faz mensalmente, os dados sobre o movimento de aeronaves, passageiros e carga nos 63 aeroportos sob a sua administração. E novamente lá fomos verificar o desempenho do nosso aeródromo, como temos feito. Praticamente não há alterações sobre estas posições frente aos demais aeroportos do pais, tanto no geral, em todos, como em particular, os domésticos e dentre as cidades interioranas. Deste modo, ainda temos a lamentar a lentidão com que se efetuam as obras para ampliação com instalação dos Módulos operacionais, mas também em relação à resposta lerda do poder público local no tocante à infraestrutura de acesso e estacionamento. Enquanto isto, ao que se sabe, continuam acontecendo gestões sobre o processo de desapropriação de áreas do entorno para facilitar a consecução destas demandas. Ao se posicionar recentemente na mídia sobre o aeroporto, o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Juazeiro, dr. José Roberto Barreto Celestino, referiu-se à necessidade de ampliação da pista e a melhoria para que aí se possa contemplar o pouso de aeronaves maiores como os A-320. Esperamos que isto sejam  muito em breve realizado. Vejam as tabelas do movimento de janeiro a agosto deste ano, bem como algumas outras de dados e ilustrações sobre o pouso de aeronaves e embarque e desembarque de passageiros.







sábado, 31 de agosto de 2013

ICVC - NOVAS CADEIRAS, NOVOS PATRONOS

No último dia 27, o Instituto Cultural do Vale Caririense analisou a proposta da Diretoria para aumentar o número de suas cadeiras, com o objetivo de homenagear figuras ilustradas, muitas das quais contribuíram decisivamente para a existência da instituição em seus 39 anos de vida, assim como para ensejar que um número maior que os atuais 40, possam ingressar no Instituto para que ele continue a realizar um amplo projeto pela cultura do Cariri. Conforme a decisão, o número de cadeiras do ICVC vai ser alterado das atuais 40 para uma centena. Gradualmente estas cadeiras serão preenchidas por novos sócios titulares que preencham as exigências da instituição. Dos novos 60 patronos, 14 deles foram sócios titulares que faleceram ao longo da existência do ICVC. São as seguintes as novas cadeiras propostas:
Cadeira Nº  41 – Patrono: Joaquim Lobo de Macedo (Joaryvar Macedo)
Cadeira Nº  42 – Patrono: Álbis Irapuan Pimentel
Cadeira Nº  43 – Patrono: Antonio Marchet Callou, Dr.
Cadeira Nº  44 – Patrono: Elias Rodrigues Sobral
Cadeira Nº  45 – Patrono: Generosa Ferreira Alencar
Cadeira Nº  46 – Patrono: Nair Silva
Cadeira Nº  47 – Patrono: Walter de Menezes Barbosa
Cadeira Nº  48 – Patrono: Aldenor Jayme Alencar Benevides
Cadeira Nº  49 – Patrono: Jackson Pires Barbosa
Cadeira Nº  50 – Patrono: Amália Xavier de Oliveira
Cadeira Nº  51 – Patrono: Francisco Murilo de Sá Barreto, Mons.
Cadeira Nº  52 – Patrono: Mozart Cardoso de Alencar, Dr.
Cadeira Nº  53 – Patrono: Dario Maia Coimbra
Cadeira Nº  54 – Patrono: Elói Teles de Morais, Dr.
Cadeira Nº  55 – Patrono: Durval Aires de Menezes
Cadeira Nº  56 – Patrono: Luiz Gonzaga do Nascimento
Cadeira Nº  57 – Patrono: Maria Assunção Gonçalves
Cadeira Nº  58 – Patrono: Maria Alacoque Bezerra de Figueiredo
Cadeira Nº  59 – Patrono: Leão Sampaio, Dr.
Cadeira Nº  60 – Patrono: José Ferreira Gonçalves (Zezito)
Cadeira Nº  61 – Patrono: Maria Zuila e Silva Morais
Cadeira Nº  62 – Patrono: Raimundo de Oliveira Borges, Dr.
Cadeira Nº  63 – Patrono: Expedito Sebastião da Silva
Cadeira Nº  64 – Patrono: Vicente Ribeiro Sobrinho
Cadeira Nº  65 – Patrono: Walderedo Gonçalves de Oliveira
Cadeira Nº  66 – Patrono: Antônio Batista Vieira, Pe.
Cadeira Nº  67 – Patrono: Maria Lindalva Machado Ribeiro
Cadeira Nº  68 – Patrono: Getúlio Pereira Grangeiro
Cadeira Nº  69 – Patrono: Mendo de Assis Barreto
Cadeira Nº  70 – Patrono: José Boaventura de Souza
Cadeira Nº  71 – Patrono: João Gonçalves Dias Sobreira
Cadeira Nº  72 – Patrono: Agostinho Balmes Odísio
Cadeira Nº  73 – Patrono: José Bernardo da Silva
Cadeira Nº  74 – Patrono: José Alceli Sobreira
Cadeira Nº  75 – Patrono: Antônio Conserva Feitosa
Cadeira Nº  76 – Patrono: José Geraldo da Cruz
Cadeira Nº  77 – Patrono: João Alexandre Sobrinho
Cadeira Nº  78 – Patrono: Misael Gomes da Silva, Pe.
Cadeira Nº  79 – Patrono: Maria Gonçalves da Rocha Leal
Cadeira Nº  80 – Patrono: Antônio Martins Filho
Cadeira Nº  81 – Patrono: José de Sousa Menezes
Cadeira Nº  82 – Patrono: Ana Álvares Couto
Cadeira Nº  83 – Patrono: Lourival de Melo Marques
Cadeira Nº  84 – Patrono: José dos Anjos Dias, Tte.
Cadeira Nº  85 – Patrono: Vicente de Araújo Matos, Dom
Cadeira Nº  86  - Patrono: Hermes Carleial
Cadeira Nº  87 – Patrono: José Lourenço Gomes Da Silva
Cadeira Nº  88 – Patrono: Possidônio da Silva Bem, Dr.
Cadeira Nº  89 – Patrono: Gil Pereira Grangeiro
Cadeira Nº  90 – Patrono: Silvino Moreira Dias, Pe.
Cadeira Nº  91 – Patrono: Antônio Gonçalves da Silva (Patativa do Assaré)
Cadeira Nº  92 – Patrono: Tarcila Cruz Alencar
Cadeira Nº  93 – Patrono: Alexandre Moreira Passos
Cadeira Nº  94 – Patrono: Inocêncio da Costa Oliveira (Mestre Noza)
Cadeira Nº  95 – Patrono: Massaki Karimai (Luiz Karimai)
Cadeira Nº  96 – Patrono: Aderaldo Ferreira Araújo (Cego Aderaldo)
Cadeira Nº  97 – Patrono: Antônio Francisco de  Alcântara, Pe.
Cadeira Nº  98 – Patrono: José Antônio Maria Ibiapina, Pe.
Cadeira Nº  99 – Patrono: Raimundo Gonçalves de Santana
Cadeira Nº100 – Patrono: Manoel Caboclo da Silva
CINE ROULIEN
O que os nossos pais assistiam antigamente? Voltamos aos cartazes dos cines Roulien (Rua São Pedro, 389) e Eldorado (Rua Santa Luzia, 429) durante o ano de 1949. No dia 03.07.1949 o Roulien exibiu em sua sessão às 19:30h o filme Carta de uma desconhecida. A ficha técnica da película é: Título original: Letter from an Unknown Woman; Estados Unidos, 1948; Direção: Max Ophüls; Elenco: Joan Fontaine (Lisa Berndle), Louis Jourdan (Stefan Brand), Mady Christians (Berndle), Marcel Journet (Johann Stauffer), Art Smith (John), Carol Yorke (Marie), Howard Freeman   (Kastner), John Good (Leopold von Kaltnegger), Leo B. Pessin (Stefan Jr.), Erskine Sanford (Porter), Otto Waldis (Concierge), Sonja Bryden (Spitzer), Patricia Alphin (Pretty), Harry Anderson (Role), Edit Angold (Mulher de meia idade), Lois Austin (Elderly), Polly Bailey (Passageiro),
John T. Bambury (Midget), Betty Blythe (Kohner), Walter Bonn (Kohner), Sven Hugo Borg (Mover), Robert W. Brown (Oficial), Paul E. Burns (Concierge), Donald Chaffin (Pedestre),
Gordon B. Clarke (Cantor), Edmund Cobb (Motorista), Tom Costello (Músico);
Sinopse: Um dos mais belos romances da história do cinema, Carta de uma Desconhecida é uma das obras-primas do mestre Max Ophüls (Lola Montés). Nesta edição, o filme é apresentado em versão restaurada e remasterizada. Viena, início do século XX. O famoso pianista Stephan Brand se hospeda num hotel, onde recebe uma carta de uma mulher desconhecida. Ao lê-la, relembra de Lisa (Joan Fontaine em grande momento), uma mulher com quem viveu uma linda e trágica história de amor.  Ao som de Liszt, Wagner e Mozart, Max Ophüls realizou, com sua sofisticação  característica, um melodrama inesquecível. Baseado no romance de Stefan Zweig.
CINE ELDORADO
O Eldorado exibia no dia 13.07.1949: Levada da breca. A ficha técnica, sumariamente, é: Título original: Bringing up baby; Estados Unidos, 1938; Direção: Howard Hawks; Elenco: Katharine Hepburn (Susan Vance), Cary Grant (Dr. David Huxley), Charles Ruggles (Major Horace Applegate), Walter Catlett (Oficial), Barry Fitzgerald (Sr. Gogarty), May Robson (Elizabeth Carlton Random), Fritz Feld (Dr. Fritz Lehman), Leona Roberts (Hannah Gogarty), George Irving (Alexander Peabody), Virginia Walker (Alice Swallow); Sinopse: "Baby" mencionado no título do filme refere-se ao nome de uma onça originária do Brasil, domesticada, que no roteiro original foi chamada de leopardo. David Huxley (Cary Grant), um paleontólogo com casamento marcado, vai jogar golfe com o objectivo de agradar o seu oponente e facilitar a doação de 1 milhão de dólares para o museu onde trabalha. Até que conhece Susan Vance (Katharine Hepburn), uma rica herdeira acostumada a ter tudo o que quer, mas completamente inconsequente. Susan decide casar-se com David, mas para mantê-lo ao seu lado ela utiliza todos os recursos possíveis, transformando a vida do pacato homem numa sucessão interminável de problemas.
NOVA REVISTA
No último dia 31 de julho a Editora 390, que vem produzindo a Cariri Revista, lançou a Casa Cariri. Segundo os editores, a publicação tem como característica principal uma abordagem sobre assuntos ligados à arquitetura e decoração. Na ocasião estiveram presentes arquitetos, decoradores, colaboradores e investidores do novo projeto, que puderam conferir em primeira mão o design gráfico e a linha editorial inovadores da revista Casa Cariri. O periódico terá circulação trimestral e contará com uma tiragem, em sua versão impressa, de 2.500 exemplares, com distribuição gratuita. Além disso, os leitores poderão conferir o seu conteúdo de forma digitalizada, e através de aplicativo para aparelhos celular.

MEMÓRIA FOTOGRÁFICA DE JUAZEIRO DO NORTE
Resolvi abrir na rede social Facebook uma página com este nome para divulgar o acervo de imagens da memória desta cidade, coisa que tem estado impregnado no meu sentimento e de Daniel Walker, desde 1966, quando começávamos a reunir as primeiras fotografias sobre a história de Juazeiro do Norte. Serão milhares de postagens que estarão disponíveis, com atividades diárias com algumas chamadas importantes sobre a evolução da cidade, tais como educação, igreja, urbanismo, sociedade, povo, romaria, visitantes, e muitos outros temas. Este foi o balão de ensaio que deverá dar sequência, provavelmente, a uma outra forma de disposição contanto que a ideia de um museu virtual se consolide para a mais eficiente preservação desta memória. O grupo, pelas adesões manifestadas, já está composto com cerca de 310 integrantes que visitam diariamente as suas postagens e fazem comentários e agregam informações sobre os registros divulgados. Tem sido muito prazeroso conduzir este trabalho e principalmente pelo retorno que está vindo dos integrantes, muitos dos quais já fazem colaborações espontâneas para ampliar o acervo, permitindo a divulgação dos seus próprios e particulares acervos familiares.  Não temos perdido a oportunidade, sempre que se apresenta, de fazer a divulgação, não do trabalho em si, mas de seus elementos, contribuindo sempre para a ilustração de livros, matérias jornalísticas, revistas, exposições, e até outros acervos como o de vários museus. Nesta coluna, agora mais regular e semanal, temos procurado manter a divulgação deste arquivo, publicando algumas fotos com comentários.
MEMÓRIA 
No dia 19 de Dezembro de 1971, às 19 horas, na Matriz de Nossa Senhora das Dores, o Pe. Pedro Barreto Celestino celebrou a sua primeira missa entre nós, com a assistência da família, de muitos amigos e a comunidade. Durante a celebração ele foi acolitado pelos padres Francisco Murilo de Sá Barreto e Silvino Moreira Dias. Monsenhor Pedro Barreto Celestino, o primeiro brasileiro a ser ordenado padre no Opus Dei – nasceu em Juazeiro do Norte, filho de Antônio Corrêa Celestino e Luscélia Barreto Celestino. É Doutor em Ciências da Educação e em Direito Canônico pela Universidade de Navarra, Espanha. Ordenado em 1971 trabalhou na Pastoral Universitária, em São Paulo, até 1990, quando foi transferido para o Rio de Janeiro. É autor do livro “Os Anjos”, já em terceira edição, que foca esses seres espirituais, patrimônio teológico-cultural da Igreja Católica. Monsenhor Pedro Barreto Celestino é vigário da Delegação da Prelazia do Opus Dei no Rio de Janeiro. A última viagem empreendida por Mons. Pedro ao Cariri foi em dezembro de 2008, quando participou das celebrações do centenário de nascimento de seu pai, o empresário Antonio Corrêa Celestino. No dia 7 de dezembro, na Igreja-Matriz de Santo Antônio, em Barbalha, ele celebrou missa gratulatória.  À noite, no Memorial Padre Cícero, em Juazeiro do Norte, ocorreu a sessão comemorativa desse centenário, com o lançamento do livro “Antonio Corrêa Celestino”, cuja coordenação e produção ficaram a cargo de Renato Casimiro.

sábado, 24 de agosto de 2013

Banco do Juazeiro: 75 anos

Os 75 anos da fundação do Banco do Joazeiro vão ser celebrados pela Assembléia Legislativa do Estado do Ceará, através de uma sessão solene no próximo dia 30, por iniciativa da deputada Fernanda Pessoa (PR). Na oportunidade será procedida uma expressiva homenagem aos coronéis José Adauto Bezerra e Francisco Humberto Bezerra. 







CINE ROULIEN
O que os nossos pais assistiam antigamente? Voltamos aos cartazes dos cines Roulien (Rua São Pedro, 389) e Eldorado (Rua Santa Luzia, 429) durante o ano de 1949. No dia 29.06 o Roulien exibiu em sua sessão às 19:30h o filme A Voz da Honra. A ficha técnica da película é: Título original: Fury at Furnace Creek; Estados Unidos, 1948; Direção: H. Bruce Humberstone ; Elenco: Coleen Gray, Charles Kemper, Robert Warwick, Reginald Gardiner, Albert Dekker, Victor Mature, Fred Clark, George Cleveland, Glenn Langan e Roy Roberts; Sinopse: A história original de David Garth não era assim tão original uma vez que foi calcada em “Quatro Homens e uma Prece”, dirigido por John Ford em 1938. Nesse filme os irmãos Richard Greene, George Sanders, David Niven e William Henry tem por objetivo lavar a honra do pai C. Aubrey Smith, oficial britânico acusado de traição. O escritor David Garth reduziu o número de irmãos para apenas dois os quais igualmente devem limpar o nome do pai, o General Fletcher Blackwell (Robert Warwick). Os dois filhos são Cash Blackwell (Victor Mature) e Rufe Blackwell (Glenn Langan). Uma trama engendrada por Edward Leverett (Albert Dekker) faz com que uma falsa ordem militar atribuída ao General Blackwell provoque o massacre do Forte Furnace Creek, sede do 6.º Regimento de Cavalaria. O Capitão Walsh (Reginald Gardiner), comparsa de Leverett na trama cumpre a absurda ordem de deixar o forte e uma caravana de sitiantes desguarnecidos, à sanha dos apaches. O batedor da caravana observa que “Isso não é uma ordem, é uma sentença de morte”. À espreita o chefe apache Little Dog (Jay Silverheels) e seus guerreiros impiedosamente exterminam até o último homem da caravana e queimam o Forte Furnace Creek, não deixando nenhum sobrevivente. O General Blackwell é levado à corte marcial, senta-se no banco dos réus e não suportando as injuriosas acusações falece em pleno tribunal militar. Diante da tragédia a consciência pesada assombra o Capitão Walsh e faz com que ele peça baixa do Exército e se refugie na cidade próxima de Furnace Creek. Os irmãos Cash e Rufe trilham caminhos diferentes em suas vidas pois Cash e um jogador e pistoleiro, enquanto Rufe é um Capitão do Exército formado em West Point. Ambos, no entanto, têm em comum a meta de trazer à tona os fatos verdadeiros que levaram à humilhação e morte do General Blackwell. Os irmãos, que há seis anos não se viam, chegam anonimamente a Furnace Creek pois descobriram o paradeiro do ex-Capitão Walsh. Os irmãos adotam os nomes fictícios de ‘Tex Cameron’ (Cash) e ‘Sam Gilmore’ (Rufe) e cada um, unilateralmente, quer resgatar a verdade. Edward Leverett é o homem mais poderoso de Furnace Creek, controlando o sindicato dos exploradores de prata da cidade. Para chegar a essa posição Leverett articulou a farsa que culminou com uma ordem de Washington expulsando os apaches da rica região que ele passou a controlar. Cash Blackwell/Tex Cameron infiltra-se na quadrilha de Leverett, ganha a confiança do arrependido Walsh e extermina com o bando de Leverett, não sem antes obter a confissão de Walsh.
CINE ELDORADO
O Eldorado exibia no dia 01.07: Charlie Chan a Serviço Secreto de Sua Majestade. A ficha técnica, sumariamente, é: Título original: Charlie Chan in the Secret Service; Estados Unidos, 194; Direção: Phil Rosen; Elenco: Sidney Toler (Charlie Chan), Mantan Moreland (Birmingham Brown), Arthur Loft (Inspetor Jones), Gwen Kenyon (Inez Arranto), Sarah Edwards (Sra. Hargue), George J. Lewis (Paul Arranto), Marianne Quon (Iris Chan), Benson Fong (Tommie Chan), Muni Seroff (Peter Laska), Barry Bernard (David Blake), Gene Roth (Luis Philipe Vega), Eddy Chandler (Lewis), Lelah Tyler (Sra. Winters); Sinopse: Charlie Chan (Sidney Toler), o famoso detetive oriental, é agora um agente do governo. Seu novo trabalho é e elucidar o assassinato de George Melton, um importante inventor, que foi morto em sua casa, onde só haviam convidados dele. Quando o corpo de Melton foi examinado se notou que os planos secretos de um revolucionário armamento bélico tinham sumido, mas tudo indica que o criminoso e os planos ainda estejam na casa. Cabe a Chan descobrir antes que o assassino fuja com eles. 
LIÇÕES DO PAPA FRANCISCO
O Papa Francisco se foi de volta para o seu Inferno/Purgatório/Paraíso (tantos são os problema de nossa Santa e Pecadora Madre que não deve ser estranho que ele possa estar circulando por estas esferas terrestres, em busca dos melhores dias para nossa Igreja. Do que disse, do que não disse, mas do que ficou implícito em seus gestos, palavras e ações, muita gente tem procurado fazer ilações e interpretações as mais diversas. Li, gostei muito – principalmente pela identidade com minhas observações pessoas e transcrevo aqui na íntegra um texto que circula pela internet, especialmente destinada a gestores empresariais (isso é que é interessante, a extensão). Aí vai: 
“As dez lições de liderança do papa Francisco (Conheça o modelo de gestão do pontífice, que inspira e atrai seguidores.)
Transparente, generoso, disponível e, principalmente, carismático. Na avaliação de especialistas em gestão, ouvidos por Época NEGÓCIOS, o papa Francisco é o líder certo, na hora certa. Ao menos para a Igreja Católica, instituição que tenta reverter uma imagem de organização arcaica e que lida com a notória perda de fiéis em todo o mundo – dados do último Censo mostram que, apenas no Brasil, a Igreja perdeu 465 fiéis por dia entre os anos 2000 e 2010. Daniela Simi, diretora do Hay Group, pondera: é preciso lembrar que o papel de líder não se restringe ao de ser carismático. “Não se pode pressupor que, para ser líder, tem que ter carisma. Você pode ser generoso, estar próximo e disponível, ser transparente e não necessariamente ser carismático.”  Para Van Marchetti, diretora da Attitude Plan, carisma em excesso pode até mesmo ser um problema. “O líder que é visto só como bonzinho perde autoridade. Quando se vive um momento que exige grandes mudanças, é preciso ser firme. Ele, ao que me parece, consegue fazer esse contrapeso.” Na avaliação de Homero Reis, coach ontológico e sócio-diretor da Homero Reis e Consultores, os desafios do Papa Francisco à frente da Igreja são semelhantes aos desafios enfrentados por muitas corporações e líderes ao longo da história. “Não vivemos em mundos perfeitos, vivemos em mundos possíveis. O papel do líder não é viver a perfeição, mas viver a possibilidade. O que dá pra fazer dentro dessa instituição? Não dá pra fazer tudo, mas alguns resultados, com certeza ele conseguirá atingir.” Abaixo, listamos os principais pontos no perfil de liderança do papa Francisco, destacados pelos especialistas.
Transparência: Homossexualismo, mau uso do dinheiro, ostentação, perda de fiéis. Em passagem pelo Brasil, o papa Francisco falou dos temas mais espinhosos para a Igreja. No mundo corporativo, gestor que não tem transparência, perde credibilidade.
Generosidade: Mesmo sob os holofotes, Francisco se colocou em posição de igualdade perante os fiéis que se aproximavam. Está com os dias contados o líder que quer aparecer sozinho, não dá espaço para seus liderados se destacarem e faz de tudo para não perder recursos para outras áreas.
Participação: Como gestor, o papa Francisco não se restringe a fazer o trabalho de gabinete. Ele vai às ruas e coloca a mão na massa. Líder que também executa vira exemplo positivo e sabe cobrar melhor.
Proximidade: Descer de um automóvel em plena carreata e parar para conversar com fiéis. Essas foram cenas que se repetiram na visita do papa Francisco. Ao gestor, não basta dizer que mantém suas portas abertas. É preciso estar realmente disponível. Mais ainda, é preciso demonstrar interesse pela equipe.
Coerência: Usar um carro popular em sua aparição oficial, adotar a simplicidade em sua hospedagem, no modo de se vestir etc. As atitudes do papa casam perfeitamente com seu discurso contra a ostentação e a busca desenfreada por bens materiais.
Objetividade: A mesma simplicidade das atitudes do papa Francisco pode ser observada em seu discurso. Palavras fáceis, mensagens diretas, uso de metáforas e foco na solução.
Motivação: Como líder, o papa trabalha o lado emocional das pessoas. Dessa maneira, eleva o entusiasmo dos fiéis, gera a percepção de que todos fazem parte de algo maior e angaria a confiança do público.
Referência: A imagem de integridade moral que o papa Francisco transmite tem capacidade de criar seguidores. No papel de líder, ele se transforma em uma referência a ser seguida.
Inspiração: Quando um líder inspira sua equipe, propicia a geração de mudança, cria um ambiente favorável a transformações. E essa é uma mudança que não é outorgada, mas que acontece de dentro para fora.
Autocracia: Se em suas aparições públicas o papa Francisco transmite uma imagem de bonzinho, nos bastidores, é um líder assertivo. No Vaticano, ao assumir, cortou equipe e trabalha apenas com quem confia. Investigou as pessoas mais próximas, tem metas e objetivos claros, determinou papéis e cobra resultados. Em um momento tenso, que exige uma grande mudança, ser firme é necessário.
(Fontes: Daniela Simi, diretora do Hay Group; Homero Reis, coach ontológico e sócio-diretor da Homero Reis e Consultores e Van Marchetti, diretora da Attitude Plan.) Fonte: Época Negócios.”
ARIANO NA ESMEC
Ariano Suassuna voltou a Fortaleza para mais uma de suas famosas aulas-espetáculos. Quem o recebeu foi a Escola Superior da Magistratura do Ceará (Esmec), no dia 14. Na plateia, estavam muitos convidados como vários desembargadores e juízes; dirigentes da Associação Cearense de Magistrados (ACM); membros dos Tribunais de Conta; o jurista Paulo Bonavides; o ex-governador Gonzaga Mota; professores, alunos e funcionários da Esmec; além de servidores da Justiça estadual. 
Um dos que estavam presentes era o desembargador Durval Aires Filho que assim escreveu sobre o evento: “Convidado pela ESMEC para proferir uma palestra sobre raízes de nossa cultura, uma aula espetáculo, mas o que se viu foi algo diferente: Suassuna por ele mesmo. Tentando fazer a sua própria decifração, por fotos lançadas em um data show, falou sobre temas diversos, de forma hilariante, causando um impacto positivo junto a plateia. A diversidade de assuntos foi muito “malhada”. Desnudando-se de forma informal, tivemos um presente repleto de fatos e versões, dito por alguém que (re)pensa a cultura deste Brasil profundo.  A foto que marca Ariano em confronto com Super Homem, a causar risos abertos entre convidados, revela quem ganha a peleja. Suassuna representa hoje o nosso maior herói, grande ícone, uma voz que bate e rebate a globalização, esse fenômeno que faz com que tudo fique igual em qualquer lugar, lixiviando manifestações regionais, apagando memórias, afastando expressões locais ou nacionais, tornando o homem sem referência, sem passado, totalmente demente e esquecido, apto apenas a consumir, inclusive, uma cultura pobre, descartável, sem qualquer densidade. Ora, se Conselheiro foi o maior beato do Nordeste e o Padre Cícero o grande fundador de Juazeiro, Ariano Suassuna ganha a mesma dimensão, não exatamente como profeta ou patriarca, mas como defensor intransigente das nossas raízes, ao permanecer fiel às tradições mais caras, produzindo um teatro, que de tão antigo e imemorial, reponta com uma arte criativa, novíssima, uma iluminura sem comparação, em qualquer lugar do mundo.”
MEDALHA E CIDADANIA
RESOLUÇÃO N° 665 DE 13 DE AGOSTO DE 2013 - Fica concedida a Medalha Cidade de Juazeiro, Comenda do Mérito Legislativo ao Desembargador Raimundo Nonato Silva Santos, pelos inestimáveis serviços prestados à nossa comunidade. Autoria: Antônio Alves de Almeida; Coautoria: Danty Bezerra Silva; Subscrição: Glêdson Lima Bezerra – José Adauto Araújo Ramos – Cícero Claudionor Lima Mota – José Ivan Beijamim de Moura – Antônio Vieira Neto – Pedro Bertrand Alencar Montezuma Rocha – João Alberto Morais Borges – Paulo José de Macêdo – José Tarso Magno Teixeira da Silva – Ronaldo Gomes de  Lira(Ronnas Motos) – Cláudio Sergei Luz e Silva – Firmino Neto Calú – Maria de Fátima Ferreira Torres – Maria Calisto de Brito Pequeno.
RESOLUÇÃO N° 666 DE 13 DE AGOSTO DE 2013 - Fica concedido o Título Honorífico de Cidadão Juazeirense ao Senhor Raimundo Monteiro de Oliveira Filho, pelos relevantes serviços prestados à nossa comunidade. Autoria: Antônio Alves de Almeida; Coautoria: Danty Bezerra Silva; Subscrição: Glêdson Lima Bezerra – José Adauto Araújo Ramos – Cícero Claudionor Lima Mota – José Ivan Beijamim de Moura – Antônio Vieira Neto – Pedro Bertrand Alencar Montezuma Rocha – João Alberto Morais Borges – Paulo José de Macêdo – José Tarso Magno Teixeira da Silva – Ronaldo Gomes de Lira(Ronnas Motos) – Antônio Cledmilson Vieira Pinheiro – Cláudio Sergei Luz e Silva – Firmino Neto Calú – Maria de Fátima Ferreira Torres – Maria Calisto de Brito Pequeno.
(Na foto, por ocasião da posse do des. Raimundo Nonato Silva Santos, em 26.07., da esq. Para a dir.: Cel. Humberto Bezerra, des. Raimundo Nonato, sua mãe – Alaide Silva Santos, des. Teodoro Silva Santos (irmão do des. Raimundo Nonato e o Cel. Adauto Bezerra).
PRÓXIMA EDIÇÃO
A Cariri Revista através de uma rede social já está divulgando a capa de sua próxima edição. Trata-se de um número comemorativo do segundo e bem sucedido ano de atividades da Revista. Próximo nos pontos de distribuição no Cariri e em Fortaleza. A Revista está disponibilizando assinaturas para garantir o pronto atendimento aos seus leitores. As onze edições anteriores estão disponíveis para leitura na via eletrônica pelo site: www.caririrevista.com.br.




MEMÓRIA (1)
Rua São Pedro, esquina com Rua Santa Luzia, com a visão desta para a Rua da Conceição. Imagem do final dos anos 40, vendo-se à esquerda o estabelecimento comercial, Ourivesaria São Sebastião, de Sebastião Amorim. Esta Rua São Pedro, nesta data concentrava a quase totalidade das empresas que fabricavam e comercializavam joias. A família Amorim era uma destas e na Santa Luzia ficava a ourivesaria de “seu” Antonio Amorim (Rua Sta. Luzia, 248. Eram muitas as ourivesarias. No final da tarde, pelas cinco horas, começavam a fazer a purificação do ouro. E nós tínhamos que correr para casa, pois os fumos tóxicos de gases ácidos era insuportável. Imagine isto em dezenas de ourivesarias. Em 1956, só pela lista telefônica, poderiam ser contadas 41. Já em 1966, este número havia se reduzido a menos de 20.  
MEMÓRIA (2)
“A Rabada”. Era assim que nós, os mais velhos, ou os mais adiantados (ginasianos), nos referíamos aos garotos das primeiras séries primárias, no então Ginásio Salesiano, no começo dos anos 60, quando eles estavam voltando para o colégio, em filas. Isto acontecia principalmente, quando participávamos dos desfiles do Dia da Pátria, no 7 de setembro de cada ano. A formação era: primeiro os maiores, a turma do 4º ano ginasial, e depois na sequência decrescente das séries, até a primeira turma do primário. Depois do desfile, quando passávamos pelo palanque das autoridades, não havia a dispersão. Digamos, pouco depois, pelo início da Rua São Pedro com Rua Nova. Nós éramos obrigados a voltar ao colégio e a rabada, como se vê, no fim do cortejo, vinha protegida pelo grupamento da cavalariça, dos maiores. Já não havia o som da banda e era uma “subida” dolorosa pela Rua Pe. Cícero um tanto melancólica. E isto porque, pelo menos os mais velhos, ficávamos imaginando a Praça Alm. Alexandrino repleta de garotas que faziam os nossos sonhos de namoros e paqueras. Então, tínhamos que enfrentar isto, lá pelas 11 da manhã, sol a quase pino. Depois descíamos às pressas (quem tinha bicicleta, então, era um voo) para ainda encontrar a Praça florida e alegre. Nesta foto, um detalhe da rabada, num destes desfiles, no início dos anos 60, pouco depois de ter ultrapassado a Rua Santa Luzia (veja na foto, o então sobradinho da família Palmeira, felizmente ainda existente), aí em frente à elegante residência da família de seu Cândido Correia.
MEMÓRIA (3)
No dia 28 de dezembro de 1961, em meio às celebrações do Cinquentenário do Município de Juazeiro do Norte, aconteceu a inauguração do Pavilhão de Exposições da Praça do Cinquentenário, com a abertura da Exposição Atesanal e da Exposição Industrial. Da esquerda para a direita são vistos: Deputado Wilson Roriz, Dr. Hildegardo Belém de Figueiredo, Espoedito Cornélio, Pedro Morais, Dr. Geraldo Menezes Barbosa, (não identificado), Pe. Antonio Germano (benzendo as instalações), o prefeito Antonio Conserva Feitosa e o empresário Alberto bezerra de Morais. Algumas crianças estão presentes, e se destaca José Carlos Morais, filho de Alberto. Este Pavilhão abrigaria depois o Tiro de Guerra 210. Já no final dos anos 80, tudo (praça do Cinquentenário, monumento ao Cinquentenário e o Pavilhão) foram demolidos para abrigar o Memorial Padre Cícero. 

INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE - ICVC
A direção do ICVC emitiu carta-convite para os seus sócios, convocando para uma reunião mensal, regular, com o seu quadro social, no dia 27 às 17:00h na Biblioteca Pública. Segundo a correspondência, “Para esta reunião, está prevista a apresentação de uma listagem de novos patronos para o ICVC, pois estamos com o intuito de aumentarmos este quadro. A justificativa para esta decisão, que será discutida com todos vocês que estiverem presentes, é para que a prioridade destas vagas de patronos possam ser ocupadas por sócios falecidos e por pessoas que fizeram a história de nossa cidade e região. Outro assunto em discussão, será a comemoração do  aniversário de 39 anos do ICVC, que será no próximo mês de setembro. Atenciosamente, Maria do Rosário Lustosa da Cruz.” Esta lista, conforme a presidente, poderá conter os nomes de algumas figuras notáveis da intelectualidade do Cariri, dentre as quais, provavelmente, Joaquim Lobo de Macedo (Joaryvar Macedo), Álbis Irapuan Pimentel, Antonio Marchet Callou, Elias Rodrigues Sobral, Generosa Ferreira Alencar, Nair Silva, Walter de Menezes Barbosa, Aldenor Jayme Alencar Benevides, Jackson Pires Barbosa, Amália Xavier de Oliveira, Mons. Francisco Murilo de Sá Barreto, Mozart Cardoso de Alencar,  Dario Maia Coimbra, Elói Teles de Morais, Maria Assunção Gonçalves, Maria Alacoque Bezerra de Figueiredo, Leão Sampaio,  José Ferreira Gonçalves (Zezito), Maria Zuila e Silva Morais, Raimundo de Oliveira Borges,  Vicente Ribeiro Sobrinho, Walderedo Gonçalves de Oliveira, Maria Lindalva Machado Ribeiro, José Boaventura de Souza, José Alceli Sobreira, Tarcila Cruz Alencar, e Massaki Karimai (Luiz Karimai), dentre outros.
NOVO LIVRO
Já está nas oficinas o livro de Núbia Ferreira Almeida, sob o título. “O Colégio Salesiano em Juazeiro do Norte e o Projeto Educacional do Padre Cícero.É a sua tese de doutoramento em Educação, pela UFC.
JUAZEIRO NA MIDIA NACIONAL
Triste sina esta a de uma cidade como a nossa que rapidamente chega à midia (impressa e radiodifusão) diante de escândalos que envolvem deputados, vereadores, prefeitos e demais “omens” públicos (sem h, revisor). Tanto que esta cidade e seu povo honrado tem a conquistar e até a mostrar para o mundo, mas, infelizmente é isto que aparece. E com justificada razão, pois estes safados já ultrapassaram todas as raias do possível e do impossível, do bizarro e do desonesto. Quem sabe, fica isto de lição para as próximas escolhas. Mas, não posso deixar de lembrar, fica a dúvida quando comparamos o fato presente com o que mais próximo aconteceu com respeito aos salários dos professores. Naquela houve indignação, pois o apelo grave era a de um roubo no que lhes pertencia honradamente. E agora, quando metem a mão no diknheiro deste mesmo povo, este povo não sente, não fica indignado, da mesma forma? É precioso saber que tolerância é esta. Para mim, mexeram no bolso de cada um do mesmo modo. Qual foi a diferença? Apenas a liquidez que isto representa? O fato de que eu não tiro isto instantaneamente do meu próprio bolso? Então está explicado. Na próxima eleição esta raça insignificante vai estar de volta.