quarta-feira, 21 de janeiro de 2015



BOA TARDE (I)

Dou continuidade à publicação nesta página das pequenas crônicas que estão sendo lidas no Jornal da Tarde (FM Rádio Padre Cícero, 104,9 de Juazeiro do Norte) nos dias de segundas, quartas e sextas feiras, sob o título Boa Tarde para Você.

109: (19.01.2015) Boa Tarde para Você, Pe. Cícero Gomes da Silva

Por nota inserida na página da Basílica de Nossa Senhora das Dores, o Padre Cícero Gomes da Silva, após sete anos na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Grangeiro, foi nomeado vigário paroquial de Nossa Senhora das Dores, por provisão que foi lida no último dia 13. Diz a nota que o Pe. Cícero Gomes da Silva é filho de Juazeiro do Norte e veio para somar com os padres da Basílica Santuário nas celebrações e confissões do povo desta cidade e dos fiéis romeiros da grande nação peregrina. Seja bem vindo Pe. Cícero, e aqui se faça enquanto for possível, com a nossa acolhida, a sua morada, seu canto de trabalho e serviço pastoral. Talvez nem haja originalidade em saudá-lo desta maneira, pois no mínimo seria pertinente indagar sobre qual Pe. Cícero nesta terra isto não se disse e se repetiu com tanto prazer, tantas vezes? Se há algo em comum com esta nossa hospitalidade, esta herança que recebemos de tantos corações nordestinos, isto se diz pelo nome de Cícero, e em seu nome desde aquele que veio, o primeiro que aqui chegou e ficou Patriarca até nossos dias. De vez em quando, um outro Cícero, também sacerdote em Cristo, segundo a ordem de Melquisedeque, nos aparece e até aqui fica, como o último Cícero José, que agora consigo dividirá encargos desta assistência espiritual tão necessária. Por isso, repito, seja bem vindo Pe. Cícero, a esta terra de tantos outros Cíceros, homens fortes pelas lutas, gente surpreendente do diário ora et labora, gente grata que agradece todos os dias ao Deus do Universo, o pão que recebe com tal boa vontade, fruto da terra e de seu trabalho, e que não se cansa de considerar que este é verdadeiramente o pão da vida. Estamos felizes, Pe. Cícero Gomes, porque mais e mais há uma sensibilidade tantas vezes e quase secularmente ignorada que impôs a este povo de Deus espalhado pelo amplo território desta terra, a limitação de atenções reclamadas. Ao dizer-se que “Grande é a messe, mas poucos são os operários” foi sempre assim que fomos nos confortando até que aos nossos rogos eles fossem chegando, manifestando o seu entendimento sobre as nossas razões mais profundas, a fé que cultivamos, os mistérios que vivemos. Talvez tenha sido por isto que a Graça de Deus operou o grande milagre e se fez por intercessão de seus beatos a permanência de sua mensagem salvadora que terminou por edificar esta nova Jerusalém nordestina e sertaneja. Simbólicamente, se me permite, Pe. Cícero Gomes da Silva, reparo que até por seu nome, não há como esconder esta particularidade que o associa ao fato notável de uma construção de fé no mundo beato, a lembrar destes dois primeiros entre nós, Cícero Romão Baptista e José Lourenço Gomes da Silva. Desejo, sinceramente, Pe. Cícero, que sua existência entre nós seja uma bela continuidade de sua missão de pastor na comunidade paroquial que assume, onde lhe cabe ouvir e orientar o povo e suas famílias, atender os doentes, administrar os sacramentos e transmitir a Palavra para maior glória de Deus que é nosso Pai. Que sua missão se exerça, como se lê em Lumen Gentium: “Cada um dos que foram chamados à profissão dos conselhos, cuide com empenho de perseverar na vocação a que o Senhor o chamou, e de nela se aperfeiçoar para maior santidade da Igreja e maior glória da una e indivisa Trindade, a qual em Cristo e por Cristo é a fonte e origem de toda a santidade.” Seja bem vindo, Pe. Cícero Gomes da Silva.

(Crônica lida durante o Jornal da Tarde, da FM Padre Cícero, Juazeiro do Norte, em 19.01.2015)




100 IMAGENS DE LAMPIÃO

As histórias do cangaço e dos cangaceiros povoam a memória do brasileiros. Narrados em lendas, canções populares e cordéis, seus feitos passaram a fazer parte de nossa cultura. O fenômeno, que remonta ao século 18, se tornou mais conhecido e comentado no momento em que os meios de comunicação passaram a divulgar os feitos de Lampião, Maria Bonita, Corisco e tantos outros. Mais do que todos, Virgulino Ferreira, o Lampião (1898-1938), fez uso desses meios, em especial da fotografia, para popularizar o movimento, levando-o para as páginas dos jornais, e também apresentar os seus seguidores. Na maioria das vezes, as imagens foram realizadas por anônimos, que se encontravam com o bando no meio do sertão, ou por fotógrafos como Pedro Maia e Lauro Cabral de Oliveira, que registraram uma viagem de Lampião a Juazeiro do Norte, em 1927. Mas quem se consagraria como o "fotógrafo oficial" de Lampião seria o mascate libanês Benjamin Abrahão (1890-1938), que acompanhou a saga do rei do cangaço, fotografando e filmando seus feitos. Parte desse acervo, já reunido no livro Iconografia do Cangaço (Editora Terceiro Nome/2012), pertence ao pesquisador Ricardo Albuquerque, diretor do Instituto Cultural Chico Albuquerque, em Fortaleza. Agora, Ricardo Albuquerque selecionou 100 entre as melhores imagens, feitas por vários profissionais, para lançar a Coleção Cangaceiros, um registro sistematizado sobre o movimento no Brasil que não deixou de fora as volantes, que eram grupos de policiais disfarçados contratados pelo governo para perseguir os cangaceiros. Com texto de apresentação de Rubens Fernandes Jr., no total, foram criadas 40 caixas destinadas a um público colecionador: "Muitas das imagens não têm grande qualidade técnica, mas possuem um incrível valor histórico. É um álbum fotográfico. São imagens soltas, sem texto ou legenda", comenta ainda Albuquerque. A coleção será lançada na quinta-feira, dia 22 de janeiro, na Mira Galeria de Arte. Além das imagens, acompanha a caixa um audiovisual de 14 minutos, Lampião, filmado pelo próprio Benjamin Abrahão, que será exibido na ocasião. A relação de Ricardo Albuquerque com o acervo não é gratuita, visto que ele pertence a uma família que, desde sempre, esteve ligada à fotografia e ao cinema. Seu pai, Chico Albuquerque, foi um dos pioneiros da foto publicitária no Brasil, e seu avô, Adhemar Albuquerque, foi quem ensinou o mascate libanês Benjamin Abrahão a fotografar, na década de 1930: "Meu avô gostava muito de fotografar e fazer documentários", explica Ricardo. "Em 1934, ele foi filmar o funeral do Padre Cícero e ali conheceu Benjamin Abrahão, que, na época, era o secretário do Padre Cícero." Abrahão já conhecia Lampião desde 1926, quando Virgulino foi até Juazeiro do Norte pedir proteção para ele e seu bando. Após a morte do padre, o libanês solicitou permissão ao rei do cangaço para acompanhar suas andanças e registrar seus feitos. Foi aí que ele foi em busca de Adhemar Albuquerque, que, além de lhe ensinar a utilizar a câmera fotográfica e a filmadora, ainda lhe emprestou o equipamento. A maior parte das imagens é de fotografias posadas, retratos e, muitas vezes, até encenações de batalhas. Um material historicamente importante, um inventário que desvenda o cotidiano desse movimento tão perseguido pelo governo de Getúlio Vargas. A maioria dos registros foi feita entre 1936 e 1937, captando os últimos dois anos do bando. Cenas do dia a dia que nos apresentam seus costumes, como viviam suas mulheres, a alimentação, as danças, os esconderijos, até a clássica imagem das cabeças cortadas dos sete líderes do cangaço, após a dissolução do movimento pelas forças governamentais. Um registro histórico que foi sendo enriquecido com o tempo e acabou por tornar visível e perpétuo o que a clandestinidade deveria esconder. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



GENEALOGIA CARIRIENSE

Yony de Sá Barreto Sampaio começou a elaborar a árvore genealógica de sua família aos 12 anos de idade. "Eu tinha muita curiosidade para entender as relações entre meus parentes porque a minha família era grande", justifica. Quarenta anos se passaram e a mania do menino Yony é a mesma. As pesquisas - no Brasil e exterior - foram tantas que extrapolaram as barreiras dos sobrenomes ligados ao professor e seus antepassados. Ele já estudou a origem de mais de cem sobrenomes. "Faço isso por prazer". afirma. Sobre as suas origens, Yony descobriu que a família Sá Barreto surgiu na Bahia, no ano de 1570, do casamento de um membro dos Sá Souto Maior com um componente dos Barreto. "Outra família Sá Barreto foi formada em Jaboatão, em 1730, da união de um Bento Correia de Sá com uma Paes Barreto". Já o português de sobrenome Sampaio do qual o professor é descendente chegou a Bahia em 1680. Yony disse que foi difícil traçar a origem do Sampaio. "Houve muitas entradas de portugueses com esse sobrenome no Brasil". Segundo ele, em Portugal, há registros do sobrenome datados até do ano 1100. Em suas pesquisas, realizadas até em período de férias, Yony estudou troncos de várias famílias antigas do interior de Pernambuco e de outros estados do Nordeste. Do estado, ele já levantou as raízes de sobrenomes tradicionais como Cavalcanti (com "i" ou com "e", todos têm a mesma ascendência, segundo o professor), Albuquerque, Souza Leão e Carneiro Leão. "Cada família dessa tem uma única origem", explica. De acordo com o professor, no Nordeste, a grande maioria das pessoas tem antepassados portugueses.




AEROPORTO DE JUAZEIRO DO NORTE

Dois assuntos tomam a nossa atenção nesta coluna: os resultados da estatística mensal/anual, acumulada, da parte da Infraero, posicionando o nosso aeroporto no contexto dos aeroportos administrados pela companhia, como vimos fazendo vá muitos meses, agora acrescido do movimento de cargas; e a questão objeto de recente reunião da Superintendência da Infraero com autoridades municipais, com vistas a eliminação de obstáculos no espaço aéreo de Juazeiro do Norte. Quanto a este último caso, leia a nota no fim desta coluna. Sobre os resultados do desempenho do aeroporto, o ano de 2014 registrou um total de 7.277 operações de pousos/decolagens, com médias de 606 mensais ou 20 diárias, envolvendo 10 aeronaves; bem como 418.895 passageiros embarcados/desembarcados por ano, numa média de 34.833 mensais ou 1.161 diários. Há pequeno sinal de recuperação face as questões de limite de operações, destinos e as próprias condições do aeroporto, que felizmente tem melhorado gradativamente. A posição relativa do nosso aeroporto continua razoavelmente estável frente a outras conjunturas (Brasil e Norte/Nordeste), mantendo sua posição inalterada quanto a este desempenho. No setor de cargas embarcadas/desembacadas, o volume total em 2014 foi de 830.249 kg, sendo 69.187 a média mensal, e um movimento diário, médio, de 2.306 Kg. Neste ponto, o aeroporto de Juazeiro do Norte ocupa a 33ª posição, diante dos 60 aeroportos administrados pela Infraero.


















OBSTÁCULOS NO ESPAÇO AÉREO
Pela importância do fato, transcrevo aqui a nota que a Assessoria de Imprensa da PMJN remeteu para a imprensa, na tarde do dia 20. “Oito torres de empresas de telefonia móvel, a antena da Rádio Vale FM e cerca de um metro da torre do Santuário de São Francisco terão que ser reduzidos ou removidos em nome dos projetos de construção da nova estação de passageiros e ampliação da pista do aeroporto de Juazeiro do Norte. Além disso, oito árvores que ostentam boa altura em torno do campo de pouso e a Prefeitura ficou na obrigação de remover e fazer o replantio noutro local atendendo as exigências legais do COMAR (Comando Aéreo Regional). Na manhã desta terça-feira o prefeito Raimundo Macedo e o Superintendente da Infraero, Nilson Suassuna, se reuniram com secretários municipais parar tratar sobre essas determinações em rebaixar alguns equipamentos que invadem o espaço aéreo, representando riscos para a navegação das aeronaves. Se isso não ocorrer, o projeto de uma nova estação de passageiros pode ser arquivado. Para a reunião de hoje só a TIM mandou representante, sendo que dirigentes da Vivo, Claro e OI não compareceram. Todas as empresas de telefonia serão notificadas sobre o assunto, a exemplo da direção da Vale FM e a Igreja de São Francisco que terão prazo de 72 horas para apresentar resposta. O Coordenador de Turismo de Juazeiro, Roberto Celestino, informou que eram 50 obstáculos em desconformidade apresentados pelo COMAR e pelo menos 32 já foram corrigidos dentro da zona de proteção do aeroporto. Segundo ele, existem antenas de telefonia com até 36 metros acima do que seria permitido e o Ministério Público Federal será avisado sobre as notificações.”

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015




CINE ELDORADO
O Cine Eldorado (Rua Padre Cícero) estará apresentando nesta sexta feira, dia 16, às 20 horas, o filme A Felicidade Não Se Compra (EUA, 1947). Diretor: Frank Capra. Roteiro: Frank Capra / Jo Swerling / Dalton Trumbo / Clifford Odets;  Elenco: James Stewart (Personagem: George Bailey); Donna Reed (Personagem: Mary Hatch); Lionel Barrymore (Personagem: Henry Potter); Thomas Mitchell (Personagem: Tio Billy); Henry Travers (Personagem: Clarence Oddbody); Ward Bond (Personagem: Bert); Beulah Bondi (Personagem: Sra. Bailey); Frank Faylen (Personagem: Ernie); Gloria Grahame (Personagem: Violet Bick); Samuel S. Hinds (Personagem: Pa Bailey); Sheldon Leonard (Personagem: Nick); Ray Walker (Personagem: Joe, Luggage Store Clerk); Frank Hagney (Personagem: Potter's Bodyguard). Sinopse: Em Bedford Falls, no Natal, George Bailey (James Stewart), que sempre ajudou a todos, pensa em se suicidar saltando de uma ponte, em razão das maquinações de Henry Potter (Lionel Barrymore), o homem mais rico da região. Mas tantas pessoas oram por ele que Clarence (Henry Travers), um anjo que espera há 220 anos para ganhar asas é mandado à Terra para tentar fazer George mudar de idéia, demonstrando sua importância através de flashbacks.

TARIFA DE AEROPORTO
A Agência Nacional da Aviação Civil (Anac) autorizou ontem um reajuste de 14,2% na taxa de embarque de voos domésticos. O novo teto será cobrado a partir de fevereiro nos aeroportos ainda sob a administração da estatal Infraero. Em portaria publicada no Diário Oficial da União, a agência tabelou em R$ 24,64 o teto das tarifas domésticas para os 12 aeroportos da chamada categoria I, como Congonhas (SP), Santos Dumont (RJ), Afonso Pena (PR) e Guararapes (PE). Hoje, a tarifa limite está em R$ 21,57. As novas tarifas entrarão em vigor 30 dias após a data do aviso oficial dos aeroportos. Isso porque, em tese, a Anac fixa apenas os valores máximos, dando a opção de cobrança de tarifas menores, o que geralmente não acontece. Nos embarques internacionais, a Anac fixou um teto de R$ 85,99. Hoje, os aeroportos da categoria I cobram R$ 38,19 acrescidos de US$ 18. O valor varia de acordo com a cotação mensal do dólar. Na nova tarifa, que entra em vigor em 90 dias, passará a ser usada a cotação média do dólar no ano passado: R$ 2,3547. Não haverá mais mudança todo mês. Além dos valores recolhidos pelos aeroportos, os novos tetos tarifários incorporam o adicional pago pelos consumidores ao Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac) e a Tarifa Aeroportuária (Ataero). O reajuste aplica-se somente a aeroportos públicos que não estejam sob condições tarifárias específicas definidas em ato de autorização ou contrato de concessão, segundo resolução da Anac de dezembro de 2014. A Infraero administra 60 aeroportos no País, entre os quais Santos Dumont, Congonhas, Salvador, Recife, Fortaleza, Manaus, Curitiba e Porto Alegre. As tarifas dos aeroportos concedidos já foram corrigidas. Brasília, Viracopos e Guarulhos cobram R$ 24,03 nos embarques domésticos; Galeão e Confins, R$ 23,37. Nos voos internacionais, a tarifa dos três primeiros é de R$ 42,52 mais US$ 18 e dos dois últimos, R$ 41,40 mais US$ 18.  Também privado, o aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN) cobra R$ 21,49 nos embarques domésticos e R$ 38,04 mais US$ 18 nos embarques internacionais. A Associação Brasileiras das Empresas Aéreas (Abear) informou, em nota, que o reajuste das tarifas aeroportuárias anunciado ontem pela Anac não afeta as passagens que já foram adquiridas pelos consumidores, mesmo para as viagens programadas para depois de 13 de fevereiro, quando estará em vigor a nova tabela. No caso de Juazeiro do Norte, porque aeroporto de segunda categoria, a tarifa deverá ser de R$19,36.

CARIRI REVISTA
Alemberg Quindins é a capa da Cariri Revista edição 18, que já está sendo distribuída. Em uma edição especial sobre música e comunicação, a revista apresenta  um perfil do radialista João Hilário; reportagens sobre a indústria do forró eletrônico na região e como a música alternativa vem resistindo aos paredões; um artigo exclusivo do nosso conterrâneo Xico Sá sobre os sons do Cariri e um trecho do seu "Livro das Mulheres Extraordinárias"... e muito mais!Garanta seu exemplar ficando de olho em nossos pontos de distribuição ou baixe a edição digital gratuitamente pelo Google Play ou App Store

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015



BOA TARDE (I)
Dou continuidade à publicação nesta página das pequenas crônicas que estão sendo lidas no Jornal da Tarde (FM Rádio Padre Cícero, 104,9 de Juazeiro do Norte) nos dias de segundas, quartas e sextas feiras, sob o título Boa Tarde para Você.
107: (12.01.2015) Boa Tarde para Você, José Wellington Souza
Eu e você, Wellington, gente nascida aqui, amantes desta terra de tantas qualidades e defeitos, bem sabemos como admirar este chão sagrado do nosso viver, a ponto de escolher certos cartões postais nesta convivência amorosa. Concordo inteiramente com você que a Praça Padre Cícero ainda, apesar dos pesares, é a mais formosa visão para os nossos olhos, porque, sem dúvida esses olhares carregam histórias de meninice e juventude, ambiente de cenas que nos ajudam a falar de emoções idas e vividas. A Praça é diferente, e nem pode se associar a uma nova visão aérea de certos espaços, a monumental estátua do Horto, o Romeirão cheio em dias de jogos decisivos, ou esta modernosa atualidade do triângulo, das altas e volumosas edificações em tal verticalidade, do shopping e do formigueiro urbano em tempo de romaria. Concordo com você, Wellington, pois ela está impondo vexames aos seus usuários, por apresentar graves pecados como equipamento urbano tão desejável e tão pouco útil ao cidadão comum, nos enchendo de frustrações até em tentar percorrê-la. Por sua provocação e num simplório exercício eu reuni alguns dos mais graves problemas que eu enxergo na Praça e até gostaria muito de influir e contribuir para reduzir ou minimizar, mesmo que alertando na superficialidade destes problemas, para não incorrer na banalidade de apenas reclamar e nada mais fazer. A primeira grande questão que você aponta, Wellington, nos desafia como um povo civilizado, educado e disciplinado para uma vida em comum, em se tratando do lixo que habitualmente se acumula em grande quantidade em todos os espaços da Praça. É triste constatar que, no exato momento desta manhã de segunda feira, não há um só latão para coleta de lixo na Praça Pe. Cícero, enquanto um único gari se esforça para recolher os resíduos deste chiqueiro no último fim de semana. Não posso deixar de considerar outros graves pecados da Praça, Wellington, como o que a faz viver a invasão do privado sobre o público, onde qualquer pessoa faz dela o seu estabelecimento de negócio, sem perguntar a quem quer que seja se pode ou não. Não posso deixar de olhar, também, a absoluta falta de manutenção preventiva e corretiva dos seus equipamentos, como, por exemplo, o seu relógio na coluna que durante todo o ano de 2014 bateu todas as horas defasado em 15 minutos da hora oficial do país. Não é possível esquecer que outro grande pecado é o que diz respeito ao ajardinamento, agora enfeado por pneus velhos num arremedo de canteiros e a sua paisagem, onde já estão decrépitas e em vias de tombamento algumas das velhas palmeiras que não foram convenientemente tratadas para uma revitalização e o necessário combate de pragas. Não podemos nos omitir, Wellington, e nisto sua pertinente observação, diante do fato que a Praça empobreceu estes anos pela perda de seus monumentos e se viu degradada também pelo entorno indisciplinado de comerciantes de biroscas que só contribuem para a sua depreciação. A Praça encolheu e já não é o quadro grande de então, onde até há dificuldades para estacionamentos preferencias de taxis, serviços públicos e as atenções especiais, pois o entorno da Praça, nos espaços compreendidos entre as quatro ruas que a margeiam, passou a exercer uma pressão descomunal para o pioramento do que ela poderia nos oferecer de bom. Agradeço-lhe pela sua atenção, Wellington, por nos termos permitido este diálogo, esta troca de ideias sobre aquilo que ainda poderá, tomara, nos devolver “A mesma praça, o mesmo banco, as mesmas flores, o mesmo jardim.” Embora, hoje, nem tudo seja igual, e por isso mesmo eu e você estamos tristes...
(Crônica lida durante o Jornal da Tarde, da FM Padre Cícero, Juazeiro do Norte, em 12.01.2015)
 
BOA TARDE (II)
108: (14.01.2015) Boa Tarde para Você, João Hilário Coelho Correia
Eu não tenho meias palavras, João Hilário, para qualificá-lo como um profissional que se esmera e se empenha ao máximo para que no rádio, neste Jornal que se faz como melhor exemplo, seja dado ao nosso ouvinte o sentido maior da responsável liberdade de expressão. Cada um de nós que forma na equipe deste Jornal da Tarde sabe exatamente o que representa a sua contribuição para que o noticioso não cumpra apenas a missão de informar, e da melhor maneira possível, mas também seja uma excelente caixa de ressonância, sobretudo porque o ouvinte aguarda a sua mais ampla satisfação, até pela investigação jornalística dos fatos. A semana que passou foi particularmente importante para os que trabalham no mundo das comunicações, pelo relevante motivo de que mais uma vez se atentou contra a liberdade de imprensa, na dramática tragédia do Charlie Hebdo, em Paris. Afinal, João Hilário, não seria diferente a repercussão sobre este ideal de liberdade para quem trabalha no rádio e especialmente numa região como a nossa, onde sabidamente ainda persiste um medo para se comentar e analisar certas coisas que tanto interessam ao povo pagador de impostos. Este dia 14 de Janeiro, data em que o felicitamos por sua nova idade, João Hilário, é também um dia para reverenciar a memória de um certo Albert Schweitzer, nascido há exatos 140 anos na Alemanha, teólogo, músico, filósofo e médico que ganhou o Prêmio Nobel da Paz nos anos 50. Recém-formado em medicina, ele foi embora para a África, ficou por lá meio século e será lembrado por uma grande reflexão sobre ética, pela frase lapidar: “A tragédia não é quando um homem morre; a tragédia é aquilo que morre dentro de um homem enquanto ele está vivo”. E não há dúvida que é a esperança o que nutre a sua vida por esta liberdade, e marca o seu exercício ético na imprensa, com uma recusa sistemática ao desespero, as formas incivilizadas de agressão à vida, pois não é demais dizer que a ética é exatamente o combustível desta esperança. Do pouco ou quase nada que sei de sua vida, João Hilário, sei o suficiente para testemunhar o quanto isto é importante para sua existência, bastando que nos lembremos um pouco dos seus momentos, pessoais ou profissionais, entre 2010 e 2011, e tudo mais que foi demonstrado por seu concurso, sem disputa odiosa, pois como nos adverte Paulo Freire, “a vida é muito curta para ser pequena”. A sua manifestação sinaliza para nós que a liberdade de imprensa em nosso país é uma construção continuada, responsável e cidadã, a despeito que vez por outra seja o foco importante de decisões judiciais no conflito de interesses políticos e financeiros. Felizmente, em tais casos, e como se viu tão recentemente, João Hilário, tem prevalecido a garantia à liberdade de imprensa e à própria democracia, quando se trata de proteger direitos constitucionais, pela apuração de eventuais delitos e privilégios pelo uso exorbitado da mídia, que também tocam à privacidade e à honra. Por isso mesmo, dizemos nós também que no dia de hoje, não é apenas a felicidade pessoal do líder que importa, senão as suas lições de valor, de como se tem conduzido pelas veredas da vida, e como tão decisivamente tem contribuído para que este rádio seja renovado e aprimorado pela formação de seus quadros. Ao cumprimenta-lo nesta passagem da celebração de seus anos, desejo agradecer-lhe por este testemunho de fidelidade à missão a que se atirou e a tem feito exemplarmente, como aquele Hilário de Poitiers, que a Igreja festejou ainda ontem, lembrando-o que viveu com coragem e valentia, enfrentando hereges e poderosos, a lhes dizer: “Enganam-se os que acreditam que me farão calar. Falarei pelos escritos, e a palavra de Deus, que ninguém pode aprisionar, voará livre”. Parabéns, João Hilário, e receba de todos nós, neste dia de hoje e por todos os dias de sua longa existência, assim desejamos, a manifestação sincera do nosso apreço, do nosso respeito e de nossa admiração.

(Crônica lida durante o Jornal da Tarde, da FM Padre Cícero, Juazeiro do Norte, em 14.01.2015)
NOVAS VIAS PÚBLICAS
A cidade tem novas ruas devidamente nomeadas e com homenagens que preconizam as suas respectivas Leis sancionadas.
LEI Nº 4420, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2014: Fica denominada de RUA FRANCISCA GALVÃO PEREIRA, a primeira rua paralela norte à rua Joaquim Leandro de Souza, prolongando-se até a rua Amâncio Barbosa de Souza, interligando as Vilas Nova e São Francisco, bairro Pedrinhas, neste Município de Juazeiro do Norte-Ceará. AUTORIA: Vereador Paulo José de Macedo;
LEI Nº 4421, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2014: Fica denominada de RUA FRANCISCO ALVES
DE AQUINO, a 2ª rua paralela oeste à Avenida Expedito Ramos da Silva, entre as quadras “N” e “O” do Loteamento Parque Santos Dumont, com início na rua Ary Cruz e término na rua Otílio Gomes de Souza, sentido Norte/Sul, bairro Leandro Bezerra, nesta cidade. AUTORIA: Vereador Antônio Alves de Almeida;
LEI Nº 4423, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2014: Fica denominada de RUA JOANA TAVARES LEITE, a 1ª rua paralela oeste à Avenida Expedito Ramos da Silva, entre as quadras “O” E “P” do Loteamento Parque Santos Dumont, com início na rua Ary Cruz e término na rua Otílio Gomes de Souza, sentido Norte/Sul, bairro Leandro Bezerra, nesta cidade. AUTORIA: Vereador Antônio Alves de Almeida;
LEI Nº 4424, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2014: Fica denominada de artéria pública do Loteamento Conviver Life-II, nesta urbe, a RUA JOSÉ ALVES SOUZA – (Rua Projetada 21), com início na Avenida Edgar Alvino Leite, sentido leste/oeste, no bairro Aeroporto. AUTORIA: Vereador Rubens Darlan Lobo

RECONHECIMENTO
A municipalidade reconheceu de utilidade pública algumas instituições geridas pela Província São
Francisco das Chagas do Ceará e Piauí, que inclui o Colégio São Francisco de Assis, Centro de Romeiros São Francisco. Vejam o ato legislativo: LEI Nº 4422, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2014:
Fica reconhecida de utilidade pública a PROVÍNCIA SÃO FRANCISCO DAS CHAGAS DO CEARÁ E PIAUI, sociedade cívico religiosa, de natureza filantrópica, sem fins lucrativos e de duração por prazo indeterminado, com sede e foro na cidade de Fortaleza, na Avenida Duque de Caxias, nº 235, centro, CEP. 60035-110, CNPJ/MF Nº07.341.100/0001-20, data da abertura 23/04/
1970; Colégio São Francisco de Assis, Rua Nossa Senhora do Carmo, s/nº, bairro Franciscanos, CEP 63020-180, CNPJ/MF 07.341.100/0011-00, data da abertura 29.09.2000; Centro de Romeiros São Francisco, Rua Dom Pedro II, 1045, bairro Franciscanos, CEP 63020-030, CNPJ/MF nº 07.341.100/0019-50, data da abertura 23.03.2010, podendo inclusive abrir filiais em qualquer parte do território do Estado do Ceará, e reger-se-á por seus estatutos sociais registrados no Cartório Pariz – 1º Ofício de Juazeiro do Norte, com cópia anexada ao projeto, bem como pelas leis, usos e costumes nacionais. AUTORIA: Vereador João Alberto Morais Borges

RESPONSABILIDADES
Tres atos da municipalidade vieram nas páginas do Diário Oficial no sentido de estabelecer responsabilidades civis nos seguintes casos: de pais e tutores com relação a danos causados por menores; proibição de afixação de publicidades e o reconhecimento do novo salário mínimo. Vejam os atos:
LEI Nº 4425, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2014: Dispõe sobre a responsabilidade dos pais ou tutores de menores sob sua autoridade e em sua companhia de reparação civil por danos causados ao patrimônio público municipal e adota outras providências.  Art. 1º – Em consonância com o art. 932, incisos I e II e art. 933, da Lei nº 10.403, de 10 de janeiro de 2002, que instituiu o Código Civil Brasileiro e com base no art. 112, inciso II e no art. 116, da Lei nº 8069, de 13 de julho de 1990, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, ficam os pais ou tutores responsáveis pelos filhos menores que estiverem sob sua autoridade e em sua companhia, pela reparação civil por danos causados ao patrimônio público municipal de Juazeiro do Norte. Parágrafo único – Tal reparação civil não se confunde com a imposição de multa enquanto sanção de natureza penal. Art. 2º – Em primeira instância (ocorrência), o menor deverá receber uma advertência e em segunda instância em flagrante ou denúncia, com provas do ato infracional empreendido pelo menor, o patrimônio municipal deverá acionar simultaneamente o Conselho Tutelar e os pais do menor e/ou a autoridade competente para as medidas cabíveis. § 1º – Em conformidade com o art. 115 do Estatuto da Criança e do Adolescente, a advertência consistirá de admoestação verbal, que será reduzida a termo e assinada. § 2º – Considera-se ato infracional a conduta descrita como crime ou ato infracional. § 3º – A medida adota por este artigo não pode descumprir os arts. 230, 231 e 232 do Estatuto da Criança e do Adolescente e também o art. 228 da Constituição Federal que diz serem penalmente inimputáveis os menores de dezoito anos, sujeitos às normas da legislação especial. § 4º – A atitude de acionar o Conselho Tutelar e os responsáveis, não pode ocorrer qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor, respeitando assim o art. 18 do Lei nº 8069, de 13 de julho de 1990 – ECA. Art. 3º – Confirmado o ato infracional com reflexos patrimoniais, a autoridade poderá determinar, se for o caso, que o adolescente ou os responsáveis pelo menor que seja feita a reparação civil, promovendo o ressarcimento do dano, ou por outra forma, compense o prejuízo da vítima. Parágrafo único – Havendo manifesta impossibilidade, a medida poderá ser substituída por outra adequada. Art. 4º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Palácio Municipal José Geraldo da Cruz, em Juazeiro do Norte, Estado do Ceará, sexta-feira, 31 (trinta e um) de dezembro de 2014 (dois mil e catorze). DR. RAIMUNO MACEDO, PREFEITO DE JUAZEIRO DO NORTE. AUTORIA: Vereador Normando Sóracles Gonçalves Damascena
LEI Nº 4426, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2014: Proíbe a colagem ou afixação adesiva de qualquer material de propaganda nos locais públicos que menciona e dá outras providências. Art. 1º – Em consonância com o art. 14 inciso XLVII, alínea “f” da Lei Orgânica Municipal e art. 38, § 5º da Lei Complementar nº 10, de 19 de maio de 2006, em concordância com a Lei Municipal nº 3486, de 1º de julho de 2009, fica proibida a colagem ou afixação adesiva de qualquer material de propaganda nos postes de iluminação pública, nos equipamentos públicos urbanos, em base de suporte de outdoor e/ou semáforos, tapumes, pontos de ônibus e assemelhados. Art. 2º – O infrator do disposto no art. 1º deverá ser notificado da infração, estabelecendo-se o prazo de 48 (quarenta e oito) horas para a retirada do material de propaganda. Parágrafo único – Em caso de descumprimento do disposto no caput deste artigo, o infrator incorrerá em multa conforme o disposto no § 5º do art. 1º da Lei nº 3486, de 1º de julho de 2009, sendo aplicada em dobro em cada reincidência. Art. 3º – Fica a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Serviços Públicos – SEMASP, responsável pela fiscalização e cumprimento desta Lei. Art. 4º – O Chefe do Poder Executivo, por Decreto, regulamentará no que couber a presente no prazo de 30 (trinta) dias. Art. 5º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 6º – Revogam-se as disposições em contrário. Palácio Municipal José Geraldo da Cruz, em Juazeiro do Norte, Estado do Ceara, aos 31 (trinta e um) de dezembro de 2014 (dois mil e catorze). DR. RAIMUNDO MACEDO, PREFEITO DE JUAZEIRO DO NORTE. AUTORIA: Vereadora Maria de Fátima Ferreira Torres; COAUTORIA: Vereador Danty Bezerra Silva.
DECRETO N.º 141, DE 09 DE JANEIRO DE 2015: Dispõe sobre o salário mínimo no âmbito do Município de Juazeiro do Norte. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE JUAZEIRO DO NORTE, Estado do Ceará, no uso das atribuições que lhe confere o art. 72, incisos VII e IX da Lei Orgânica Municipal e com fundamento na Lei Municipal n.º 2881, de 25.04.2005 e no Decreto Presidencial n.º 8381, de 29 de dezembro de 2014; CONSIDERANDO que o Município de Juazeiro do Norte, Estado do Ceará, adotou a política do salário mínimo nacional como piso salarial para seus servidores, nos termos da Lei Municipal n.º 2881, de 25 de abril de 2005; CONSIDERANDO que o Governo Federal editou o Decreto n.º 8381, de 20 de dezembro de 2014, fixando o salário mínimo
nacional para o exercício de 2015 em R$ 788,00 (setecentos e oitenta e oito reais); DECRETA: Art. 1.º - Fixa em R$ 788,00 (setecentos e oitenta e oito reais), o piso salarial para os servidores públicos do Município de Juazeiro do Norte, Estado do Ceará. Art. 2.º - Os recursos necessários a cobertura da despesa necessária ao cumprimento deste Decreto, correrão à conta de dotações orçamentárias próprias do Município de Juazeiro do Norte e/ou de repasses ou convênios celebrados entre a municipalidade os governos federal e estadual. Art. 3.º - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação e seus efeitos financeiros em 1.º (primeiro) de janeiro de 2015 (dois mil e quinze). Palácio Municipal José Geraldo da Cruz, em Juazeiro do Norte, Estado do Ceará, aos 09 (nove) de janeiro de 2015 (dois mil e quinze). DR. RAIMUNDO MACEDO, PREFEITO DE JUAZEIRO DO NORTE.

PRIMEIRA DAMA: LICENÇA
A nova primeira-dama do Estado do Ceará, sra. Onélia Leite teve o zelo de pedir licença para participar da campanha política, com vistas à eleição de seu marido, Camilo Santana, mas a providência da municipalidade veio com grande atraso. Veja o ato: PORTARIA Nº 2334/2014-GAB, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014. O Prefeito Municipal de Juazeiro do Norte, Estado do Ceará, no uso de suas atribuições conferidas pelo Art. 72, incisos VII e IX, combinado com o Art. 83 da Lei Orgânica do Município; Considerando o direito de petição assegurado ao servidor público no Art. 91 da Lei Complementar nº 12, de 17 de agosto de 2006; Considerando o pedido de licença para tratar de interesse particular, protocolado sob o n.º 500/2014, feito por ONÉLIA MARIA MOREIRA LEITE LIMA, portadora do RG sob o n° 98097023494 e inscrita no CPF sob o n° 629.764.783-68, servidora admitida no serviço público municipal em 18 de outubro de 2006,    para exercer o cargo de Professora, com lotação nesta Secretaria de Educação; RESOLVE, Art. 1º. - Conceder LICENÇA PARA TRATAR DE INTERESSE PARTICULAR, sem remuneração, pelo período de 07 (sete) meses, iniciando-se em data de 04 de julho de 2014, com término na data de 05 de fevereiro de 2015, à servidora ONÉLIA MARIA MOREIRA LEITE LIMA, portadora do RG sob o n° 98097023494 e inscrita no CPF sob o n° 629.764.783-68, servidora admitida no serviço público municipal em 18 de outubro de 2006, para exercer o cargo de Professora, com lotação nesta Secretaria de Educação, com suporte legal no Art. 80 da Lei Complementar n.º 12 de 17 de agosto
de 2006. Art.2º. - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos retroativos à data de 04 de julho de 2014. RAIMUNDO MACEDO, PREFEITO DE JUAZEIRO DO NORTE.