sábado, 6 de outubro de 2012



NOSSA MÍDIA IMPRESSA

Parece que foi ontem: há pouco mais de 41 anos atrás, mais ou menos, eu – um jovem curioso sobre tudo que dizia respeito a Juazeiro do Norte, no dia 16.02, comecei a anotar dados sobre os jornais que já tinham sido editados em nossa cidade, com o apoio inestimável de um amigo, jornalista e historiador, José Oswaldo de Araújo. Oswaldo tinha uma bela coleção de jornais brasileiros, especialmente do Ceará. Naquela oportunidade eram apenas 55 registros, 55 exemplares de primeiros números. Guardo comigo uma velha agenda de 1971, na qual estão anotados estes dados. De lá para cá, nunca mais parei de ler, colecionar e anotar tudo que me parecia importante desta imprensa. No dia de hoje, por informações que vão sendo colhidas aqui e acolá, em livros, internet, de conversas e toda a sorte de informações, chegamos ao expressivo número de 500 periódicos. A quase totalidade sumiu, não existe mais, senão em uns poucos guardados de maníacos como eu, que os tenho quase todos. Uma loucura de milhares e milhares de exemplares de jornais empoeirados que estou, aos poucos, transferindo para o acervo da Universidade Federal do Ceará – Campus Cariri, futura Universidade Federal do Cariri – UFCA, na esperança de que isto sirva às novas gerações de seus alunos, especialmente os do curso de jornalismo. A cidade continua sem arquivos, públicos ou privados e, por isto mesmo, fazer um trabalho como este é um verdadeiro garimpo. Damos abaixo a lista atualizada destes registros, colocando tudo o que foi possível tombar, sumariamente, em ordem cronológica. Para sua identificação, a indexação de títulos observa o seguinte critério, abaixo: cada título deste Inventário é precedido por uma sequencia numérica: Data.Ordem.Tombo, ou Ano.Mês.Dia.Ordem.Tombo, ou no formato AAAA.MM.DD.00.000. Ex.: 1909.07.18.01.001 – O Rebate. (O jornal O Rebate circulou com seu primeiro número em 07.09.1909 (1909.07.18); foi o primeiro (01) daquele ano (1909) e o primeiro (001) no tombamento geral deste Inventário). O inventário está também assinalado por períodos de 10 anos, sempre iniciado na data de aniversário de O Rebate e indo até o dia anterior ao aniversário seguinte. Nem todos estes registros são conhecidos. Cerca de 30 ainda necessitam ser encontrados. No final desta listagem, alguns deles estão mencionados como a indexar. Destes, preocupa-me os mais antigos, como O Lápis, O Estímulo, O Dia, Joazeiro do Cariri, O Alfinete, O Lince, O Repórter, O Sol, A Rua, A Vóz do Cariri (I), dentre outros que ainda não foram encontrados. Esta é uma obra sem data para ser concluída. Para torná-la pública, na forma de um livro, como pretendo, estou considerando que em 23.07.2014, oportunidade em que celebraremos o centenário da cidade de Juazeiro do Norte, eu deixarei de me preocupar com este inventário. Já me darei por satisfeito com o que tiver sido possível realizar. Eis a lista, atualizada até o dia de hoje:

PERÍODO: 18.07.1909 - 17.07.1919      
1978.11.00.06.103 – Boletim Instituto Domingos Sávio
1979.01.00.01.104 – O Leonístico
1980.05.02.03.111 – Correio do Cariri
2003.05.00.07.309 – Tribuna Spartana
2006.01.06.04.340 – Revista do Santuário São Francisco
2008.04.00.08.362 – Tribuna Popular do Cariri
2008.00.00.17.372 – Nutre Bem Informativo
2010.00.00.00.398 – Jornal O Futuro de Portas Abertas
2011.00.00.00.420 – Guia Comercial Cariri
2011.01.00.05.425 – Health & Biotechnology Research
2011.12.00.37.457 – O Varejo (II)
2012.02.03.00.459 – BICO
2011.08.00.05.463 – O Comerciário (II)
2012.04.00.06.464 – Jornal do Ônibus
2012.04.29.07.465 – Joaseiro
2012.06.00.08.466 – Sovaco de Cobra Caririaçu-CE
2012.07.00.09.467 – Revista Digital Web Marketing Cariri
2012.09.00.00.468 – O Click
2012.09.00.00.469 – Informativo Paroquial Boas Novas

A INDEXAR:
0000.00.00.00.481 – Manifesto Macabro
0000.00.00.00.498 – Programação SESC Juazeiro do Norte
0000.00.00.00.499 – Programação SENAC Juazeiro do Norte
0000.00.00.00.500 – Boletim do Seminário Batista do Cariri

terça-feira, 2 de outubro de 2012

EXPOSIÇÃO DE LUCIANO FIGUEIREDO


O Artista
Luciano Henrique Pereira de Figueiredo nasceu em Fortaleza, em 1948. É filho da juazeirense Nazaré Pereira. Artista intermídia, designer gráfico, cenógrafo e pintor. Iniciou a vida profissional nos anos 1960 como cenógrafo, em Salvador. Em 1967, participou da 9ª Bienal Internacional de São Paulo. Transferiu-se para o Rio de Janeiro em 1969, e passou a criar cenografias para shows musicais e peças de teatro e a desenvolver projetos gráficos para discos, livros e revistas, entre elas, a Navilouca, editada pelos poetas Torquato Neto (1944 - 1972) e Waly Salomão (1944 - 2003). Entre 1972 e 1978, viveu em Londres, onde estudou história da arte e literatura inglesa, interessou-se pelas possibilidades visuais da página impressa de jornal e, com base em pesquisas, desenvolveu pinturas e objetos tridimensionais com colagens, malhas de arames e relevos monocromáticos. De volta ao Brasil, no fim da década de 1970 e início da seguinte, trabalhou como diretor de arte em filmes do cineasta Júlio Bressane. Entre 1981 e 1995, atuou como diretor técnico do Projeto Hélio Oiticica, no Rio de Janeiro, e em 1994, foi o responsável pelas salas especiais Hélio Oiticica e Lygia Clark, na 22ª Bienal Internacional de São Paulo. Foi nomeado diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas, da Fundação Nacional de Arte – Funarte, em 1986 e fundou o Instituto Nacional de Artes Gráficas no mesmo órgão, dois anos depois. Paralelamente, realizou diversas exposições de pinturas e objetos em galerias do Rio de Janeiro e São Paulo. As mais recentes exposições individuais de Luciano foram realizadas no Musée Departamental de GAP (França, 2005), LURIXS Arte Contemporânea (Rio de Janeiro, 2004), Galeria Anna Maria Niemeyer (Rio de Janeiro, 2001), Galeria André Milan (São Paulo, 1999), Vila Costebelle (Nice, França, 1999) e no Paço Imperial (Rio de Janeiro, 1998). As coletivas mais recentes foram Tudo é Brasil, Paço Imperial (Rio de Janeiro, 2004), Arte Contemporânea Brasileira nas Coleções do Rio, MAM/RJ, (Rio de Janeiro, 2004), Foto Arte, Centro Cultural Banco do Brasil (Rio de Janeiro, 2002), Trajetória da Luz na Arte Brasileira, Itaú Cultural (São Paulo, 2001), Rio Trajetórias, Funarte (Rio de Janeiro, 2001) e Jornal Aberto, Museu do Telefone (Rio de Janeiro, 2000).

A Exposição
A mostra que chega a Fortaleza é uma evolução do que foi aprsentado no Rio de Janeiro, ainda em 2006. A este propósito, transcrevemos um texto do poeta e ensaísta Antonio Cícero, que pode ser consultado em http://revistazcultural.pacc.ufrj.br/artes-visuais-luciano-figueiredo-do-jornal-a-pintura/
“A esplêndida exposição retrospectiva da obra de Luciano Figueiredo que o Paço Imperial abrigou entre 5 de setembro e 5 de novembro de 2006, no Rio de Janeiro, revelou uma trajetória ao mesmo tempo múltipla, complexa e singularmente consistente. O título “Do jornal à pintura”, não deixa de dar, por alto, uma descrição sumaríssima dessa trajetória. Caso se tratasse, porém, do título de um capítulo da biografia de Luciano, então – dado que, nos seus anos de formação, na Bahia, ele se dedicou à pintura – esse capítulo teria que ser precedido por outro, intitulado “Da pintura ao jornal”. Tudo somado, teríamos, portanto, “Da pintura ao jornal” e “Do jornal à pintura”: em suma, “Da pintura à pintura”. Posto isso, não pretendo, de maneira nenhuma, diminuir a importância do jornal na obra de Luciano. Ao contrário, ele é central no percurso que, muito esquematicamente, descreverei a seguir. No final da década de 1950 e de 1960, no Brasil, no campo das artes plásticas, a partir do Concretismo e do Neoconcretismo, os artistas de vanguarda, baseados em considerações e experimentações sob alguns aspectos semelhantes, mas, sob outros, diferentes das que haviam sido feitas na Europa pela vanguarda histórica, sentiram a necessidade de quebrar as compartimentações, as categorias e os gêneros artísticos. O Tropicalismo, por sua vez, levando a experimentação ao terreno da mídia (que estava então sendo repensada, de modo revolucionário, por Marshall McLuhan), ocasionou na prática o questionamento da própria distinção entre o erudito e o popular, entre a vanguarda e a indústria cultural. Ao pôr em xeque as hierarquias culturais tradicionais, bem como as formas convencionais de arte e de vida, a contracultura dos anos 60 e 70, não só no Brasil, mas em todo o mundo, abriu a perspectiva da produção de invenções, transformações e cruzamentos antes insuspeitados. Frente às possibilidades criativas então disponibilizadas e à atração da experimentação, Luciano – que, no entanto, já havia participado da Bienal Nacional de Artes Plásticas (1966) e da Bienal Internacional de São Paulo (1967) – perde o interesse pela carreira convencional de pintor. Em vez disso, a partir de 1969, quando decide morar no Rio de Janeiro, ele estabelece parcerias extremamente fecundas com artistas como o poeta Waly Salomão (fazendo, por exemplo, o cenário do show de “Fa-tal”, de Gal Costa, e, junto com Óscar Ramos, o layout da revista Navilouca) e Hélio Oiticica (fazendo o cenário do espetáculo “Gal deixa sangrar”). Fortemente atraído pelo Concretismo e pelo Neoconcretismo, ele dirige seus estudos, pesquisas e experimentos numa direção construtivista. Nessa mesma época, Luciano produz diversas capas de discos e livros. Em 1972, Luciano vai morar em Londres e, livre do fetichismo da pintura, deixa-se impregnar pela poesia, pelo cinema, pelo grafismo, elementos que estarão, a partir de então, presentes em quase todas as suas obras. Já nas colagens como “Solaris Compass”, “Noir” e “Chiaroscuro Sky” pode-se observar que ele não parte da natureza nem tenta encontrá-la. É no imaginário artificial de nossa época, produzido pelo cinema, pela canção, pela literatura, pelo jornal, que vai buscar os elementos heterogêneos – tais como sintagmas retirados de poemas de Ezra Pound ou trechos de diálogos de filmes de Nicholas Ray – que reúne ao construir ou editar obras que funcionam como verdadeiros ideogramas, em que sobreposições visuais e verbais surpreendentes e estimulantes solicitam a revitalização da nossa sensibilidade e do nosso intelecto. Ainda em Londres, Luciano descobre as possibilidades plásticas do jornal. “Todo jornal, da primeira linha à última, não passa de um tecido de horrores”, dizia Baudelaire, numa sentença que Luciano gosta de citar. Puramente instrumental, ele é diariamente lido, descartado e usado como papel (anti-)higiênico pelos mendigos. Para quem o lê, a notícia – a mensagem – é a única coisa que importa. Ora, invertendo a hierarquia que preside à lógica instrumental tanto do cotidiano quanto da sociedade que o produz, Luciano desinstrumentaliza o jornal. “Foi precisamente o que não era notícia no jornal que chamou minha atenção”, diz ele, já de volta ao Brasil, em 1984. “Comecei a ver as páginas como um mosaico, com todas as suas variações cromáticas: o chiaroscuro, as linhas, a qualidade das fotografias impressas. Tudo isso me fez consciente de uma espécie de natureza particular, não calculada, não destinada a fazer parte da notícia. As páginas começaram a agir como um resíduo muito excitante. À medida que me afastava da notícia em si, uma contra-leitura provocava novas relações de espaço-luz-sombras. As páginas tornavam-se vibrações óticas sugeridas pela realidade inesperada que continham.” É, portanto, de um dos produtos dos cálculos da indústria cultural que a arte de Luciano extrai uma espécie de natureza incalculável. É no mundo existente, no dado, no mediato, no midiático que ela mergulha para redescobrir o lugar (o topos, não a utopia) do espanto. A oportunidade de observar as etapas através das quais o desenvolvimento e o aprofundamento da experimentação com o jornal conduz à pintura é certamente o aspecto mais fascinante da presente exposição. Por volta de 1990, a cor que ele introduz nas obras intituladas “Relevo” realça as qualidades plásticas das dobras, dos cortes, dos caimentos do papel do jornal. Ou bem essas obras são inteiramente monocromáticas ou uma única cor contrasta com a cor original do jornal. Em 1998, ele declara que o que lhe interessa é “uma espécie de dinâmica de planos, produzida pela manipulação de páginas, folhas, pelo ato de virar as páginas, pelos volumes, pela luz e a sombra, peloschiaroscuros. Os movimentos das figuras retangulares demonstravam uma operação orgânica revelada pelo contato com as páginas”. A partir de 2000, ele produz a belíssima série “Diorama”, de obras retangulares que consistem em acrílico sobre jornal, papelão e/ou madeira. De modo fiel à etimologia da palavra (“aquilo que é visto através”), todos os elementos que compõem essas obras se encontram à mostra. Assim, vários planos transparentes de jornais e de cor se sobrepõem sem ocultar uns aos outros, e sem escamotear sequer o suporte sobre o qual se colam, de modo que este – a madeira, por exemplo – também funciona como um componente formal da obra. A partir de então, o jornal que, enquanto tal, passara a ser apenas um dos constituintes da obra total, é até capaz de desaparecer totalmente. É o que acontece nos “Muxarabiês” que, consistindo em acrílico sobre madeira, são pura pintura. Entretanto, como essas obras incorporam o que Luciano aprendeu com o jornal, a memória deste é, de certo modo, preservada por elas. A própria presença formal da madeira, a transparência dos planos, a sutileza cromática, a articulação construtiva da cor e do espaço, a exclusão de qualquer ilusionismo, em suma, a ambição de que todos os componentes da obra, sem mistificação alguma, se revelem e, ao se revelar, resplandeçam, tudo isso nos induz a uma espécie de arqueologia visual que remete, como a uma matriz, às experimentações de Luciano com o jornal. Da pintura à pintura: vê-se que foi necessário abandonar/perder a pintura para poder um dia reencontrá-la: ou melhor, reinventá-la.” 

O Serviço
A Exposição do artista Luciano Figueiredo, Do Jornal à Pintura,  estará sendo aberta, das 19:30 às 23:00h, no próximo dia 4 de outubro, na Galeria Multiarte, à Rua Barbosa de Freitas, 1727 – Aldeota. Para facilitar o acesso, a Galeria dispõe de estacionamento com manobristas. O período da Exposição é de 05.10 a 01.12.2012, com visitas no horário de 14 às 20h. 


sábado, 29 de setembro de 2012

AEROPORTO REGIONAL DO CARIRI: DESEMPENHO AGOSTO, 2012


Já havia sido divulgado pela imprensa que o desempenho do Aeroporto de Juazeiro do Norte tinha novamente apresentado boa performance, chegando a crescer 46,71% quando comparado a igual período de 2011. Estes comentários vão se tornando bastante óbvios, uma vez que o grande surto de desenvolvimento da região vem acelerando a demanda por transporte aéreo. Um tanto na contramão desta expansão está a demora da satisfação plena sobre condições do aeroporto, ainda dependente de obras para a instalação do módulos operacionais. Mas, continuamos esperançosos de que estes resultados, mês a mês, são os mais contundentes para firmar a importância deste equipamento para o nosso crescimento e desenvolvimento. Pessoalmente, acho que em breve o nosso Aeroporto será o 4º da lista abaixo. Veja abaixo os mais recentes números do desempenho do nosso aeroporto.

MOVIMENTO DOS AEROPORTOS DOMÉSTICOS BRASILEIROS (*) (2010/2012)
Posição
(2012)
Aeroporto / (Posição 2011)
Passageiros
2010
(Jan-Dez)
2011
(Jan-Dez)
2012
(Jan-Ago)
Londrina (PR) / (1º.)
732.433
961.902
722.116
Uberlândia (MG) / (2º.)
765.395
907.169
667.675
Ilhéus (BA) / (3º.)
412.572
513.095
368.690
Santarém (PA) / (5º.)
405.122
461.212
317.416
Petrolina (PE) / (7º.)
254.161
372.056
313.718
Juazeiro do Norte (CE) / (8º.)
244.780
342.958
308.217
Joinville (SC) / (4º.)
289.161
484.742
292.350
Macaé (RJ) / (6º.)
410.145
454.959
287.755
Marabá (PA) / (9º.)
242.415
322.388
252.045
10º
Montes Claros (MG) / (12º.)
121.140
224.660
218.129
11º
Imperatriz (MA) / (10º.)
234.295
240.156
215.098
12º
São José dos Campos (SP) / (11º.)
84.176
236.084
139.778
13º
Uberaba (MG) / (13º.)
75.389
133.652
126.457
14º
Carajás (PA) / (14º.)
68.618
105.589
99.875
15º
Altamira (PA) / (15º.)
81.565
104.842
97.453
16º
Campina Grande (PB) / (16º.)
114.258
104.744
85.837
17º
Tefé (AM) / (17º.)
32.209
86.277
60.434
18º
Campos dos Goytacazes (RJ) / (19º.)
10.004
17.469
37.465
19º
Criciúma/Forquilhinha (SC) / (18º.)
23.213
24.874
23.549

(*) Nesta tabela estamos computando apenas alguns dos aeroportos domésticos (excetuando os que se situam em capitais brasileiras e os internacionais, de qualquer porte). Esta tentativa não configura nenhuma simulação falaciosa, mas procura inserir o Aeroporto Regional do Cariri numa tipologia de aeroporto interiorano, de cidade de porte médio, em região com grande expressão econômica, social e turística. Fonte: www.infraero.gov.br
POSIÇÕES DO AEROPORTO REGIONAL DO CARIRI (AGO., 2012)

Área de Análise
Total
Posição
BRASIL (Todos os Aeroportos Brasileiros)
66
37º
BRASIL (Todos os Aeroportos Brasileiros Domésticos)
34
14º
BRASIL (Todos os Aeroportos Brasileiros Domésticos, Interior)
21
NORTE/NORD.(Todos os Aeroportos Brasileiros)
30
17º
NORTE/NORD.(Todos os Aeroportos Brasileiros Domésticos)
14
NORTE/NORD.Todos os Aeroportos Brasileiros Domésticos, Interior)
11



 Aeroporto de Juazeiro
Obras ainda sem prazo para conclusão
22.09.2012
O Aeroporto Orlando Bezerra de Menezes, neste Município, continua sem empresa responsável para conclusão dos Módulos Operacionais Provisórios (Mops). A obra foi iniciada no ano passado, pela Eurobravi, e está com apenas 20% do projeto concluído. A expectativa estava na nova licitação, em que apenas uma empresa se propôs a realizar os serviços, mas não atendeu a todos os requisitos exigidos. A Gmiesk, de São Paulo, ainda poderá recorrer. A obra dos módulos operacionais amplia a capacidade do equipamento, atualmente de 100 mil passageiros por ano, para 500 mil. Serão construídas novas áreas de embarque e desembarque e haverá melhor infraestrutura de atendimento e novos banheiros, com o projeto aprovado pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) ano passado, no valor de R$ 2,8 milhões. Depois de reivindicações da população, empresários locais, e interferência do Ministério Público Federal e Estadual, para melhoria do aeroporto, em virtude do aumento da demanda de passageiros a cada ano, o empreendimento teve a área repassada do Estado para o órgão federal. O mais provável agora, segundo o gerente do aeroporto, Roberto Germano, é que ocorra a nova licitação, após a homologação, que ainda não chegou a ser concluída, em todos os procedimentos legais.
Caso tivesse concluído o processo licitatório, a previsão era de que as obras fossem retomadas em outubro próximo. A conclusão dos Mops aconteceria no primeiro semestre de 2013. Os módulos operacionais ampliam a área do aeroporto em 1000m², com embarque de 600m² e desembarque de 400m². O projeto mais que duplica o espaço atual, de 950m². A média de fluxo diário chega a ser de 3.600 usuários. De acordo com a gerência local, até o final do ano, a expectativa é fechar a movimentação de embarque e desembarque em cerca de 450 mil pessoas. O que deverá corresponder, em média, a 50% do número de usuários em relação ao ano de 2011. Com o fechamento da movimentação de agosto, esse número chega a 46,71%, com 306.624 pessoas.
Algumas adequações do espaço já existente foram necessárias para comportar a quantidade de passageiros dos voos de pouco mais de 100 pessoas. As áreas de estacionamento também não têm atendido à demanda de usuários do aeroporto. Ontem, foi realizada a Campanha Nacional da Multa Moral, no intuito de sensibilizar os motoristas sobre o uso correto das vagas nos estacionamentos. A ação já faz parte das atividades da empresa no Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência.
No início deste ano, o aeroporto contava com o dobro de voos relacionados ao mesmo período do ano passado. O equipamento atende a uma demanda de público da região do Cariri e cidades interioranas de estados vizinhos como o Pernambuco e a Paraíba. A obra dos módulos deveria estar pronta em 150 dias. No local, foi feito apenas parte do piso e montada a estrutura metálica. A Infraero ultimou a rescisão do contrato com a Eurobravin para lançar o novo edital.
Adaptação
Segundo a avaliação da Infraero, além da construção dos módulos, haverá uma adaptação do atual terminal. O que acarretará num valor acima do previsto inicialmente na obra dos módulos.
O aeroporto regional já realizou algumas reformas para adequar o equipamento, por conta do pouco espaço voltado às áreas de embarque e desembarque, com ampliação da área interna e a inserção de empresas como as de locação de veículos, com boxes na área externa. O local hoje recebe nove voos diários. A cada voo o aeroporto fica com lotação esgotada. De acordo com Roberto Germano, o aumento no número de usuários tem sido acima da expectativa.
Movimentação
46,7 pontos percentuais mostram o crescimento do número de embarques e desembarques até agosto deste ano, em relação a igual período do ano passado ELIZÂNGELA SANTOS 


quarta-feira, 26 de setembro de 2012



NOVO CIDADÃO JUAZEIRENSE
Pela RESOLUÇÃO N.º 634 DE 11 DE SETEMBRO DE 2012, foi concedido o Título Honorífico de Cidadão Juazeirense ao Ilustríssimo Senhor JOSÉ ORLANDO SAMPAIO, pelos inestimáveis serviços prestados à nossa comunidade. Autoria: Francisca Delian Pinheiro Matos; Subscritores: Glêdson Lima Bezerra, José Nivaldo Cabral de Moura, Antônio Ferreira dos Santos, Rubens Darlan de Morais Lobo, José Tarso Magno Teixeira da Silva, Ronaldo Gomes de Lira (Ronnas Motos), José de Amélia Júnior, Cícero Roberto Sampaio de Lima e Maria de Fátima Ferreira Torres.

OFICIALIZA NOMES DE VIAS
Os seguintes Atos oficializam nomes de vias públicas na cidade:
LEI 4088 DE 19 DE SETEMBRO DE 2012: Oficializa a artéria pública JOSÉ GUIGOR DE SÁ BARRETO, sentido Oeste/Leste, tendo seu início na Rua Gertrudes Callou de Macêdo, no ponto P-5, com coordenadas E=472.234,75 N=9.201.422,34; deste que segue com os seguintes azimutes e distâncias; 122º16’50" e 354,70m, até a Rua Robério de Sá Barreto, no ponto P-6, coordenadas E= 472.534, 63, N=9.201.232,90; 212º16’50" e 10,00m, até o ponto P-7, coordenadas E=472.527,69, N=9.201,221,91, 302º16’50" e 354,70m, até o ponto P-8, coordenadas E=472.227,81, N=9.201.411,34, desde segue com azimute de 32º16’50" por uma distância de 10,00m, até o ponto P-5, onde teve início essa discrição, localizada no Bairro Brejo Seco. Autoria: José Tarso Magno Teixeira da Silva

LEI 4089 DE 19 DE SETEMBRO DE 2012:  Oficializa a artéria pública GERTRUDES CALLOU DE MACÊDO, sentido Norte/Sul, tendo seu início na Dr. Grigório Callou de Sá Barreto, no ponto P-21, com coordenadas E=472.119,49 N=9.201.271,60; deste que segue com os seguintes azimutes e distâncias; 33º33’28" e 277,07m, até o final do terreno de Robério de Sá Barreto, no ponto P-22; 122º16’50" e 10,00m, até o ponto P-23; 212º16’50" e 277,00m, até o ponto P-24, deste segue com azimute de 302º16’50" por uma distância de 10,00m, até o ponto P-21, onde teve início essa discrição, localizada no Bairro Brejo Seco. Autoria: José Tarso Magno Teixeira da Silva

LEI 4090 DE 19 DE SETEMBRO DE 2012: Oficializa a artéria pública ROGÉRIO DE SÁ BARRETO, sentido Norte/Sul, tendo seu início na Dr. Grigório Callou de Sá Barreto, no ponto P-17, com coordenadas E=472.434,11 N=
9.201.072,85; deste que segue com os seguintes azimutes e distâncias; 32º16’50" e 277,00m, até a ESTRADA DO GAVIÃO, no ponto P-29; 122º16’50" e 10,00m, até o ponto P-30; 212º16’50" e 277,00m, até o ponto P-18, desde segue com azimute de 302º16’50", por uma distância de 10,00m, até o ponto P-17, onde teve início essa discrição, localizada no Bairro Brejo Seco. Autoria: José Tarso Magno Teixeira da Silva

DENOMINAÇÕES PARA NOVAS VIAS
Por força de lei municipal, são as seguintes as nova denominações de vias nesta cidade de Juazeiro do Norte:
LEI 4091 DE 19 DE SETEMBRO DE 2012: Fica denominada de Rua CREUZA BASÍLIO, sentido Norte/Sul, tendo seu início na Rua Dr. Grigório de Sá Barreto, no ponto P-25, com coordenadas E=472.236,11 N= 9.201.197,92; deste que segue com os seguintes azimutes e distâncias; 32º16’50" e 277,00m, até o final do terreno de Robério de Sá Barreto, no ponto P-26; 122º16’50" e 10,00m, até o ponto P-27; 212º16’50" e 277,00m, até o ponto P-28, confrontando com deste segue com azimute de 302º16’50" por uma distância de 10,00m, até o ponto P-25, onde teve início essa discrição, localizada no Bairro Brejo Seco. Autoria: José Tarso Magno Teixeira da Silva

LEI 4092 DE 19 DE SETEMBRO DE 2012: Fica denominada de Rua Dr. Grigório Callou de Sá Barreto, sentido Oeste/Leste, tendo seu início na Estrada Brejo Seco/Sabiá, no ponto P-17, com coordenadas E=471.786,70 N= 9.201.481,82; deste que segue com os seguintes azimutes e distâncias; 122º16’50" e 756,27m, até o ponto P-18; 212º16’50" e 10,00m, até o ponto P-19; 302º16’50" e 762,22m, até a Rua Rogério de Sá Barreto, no ponto P-20, deste segue com azimute de 19º06’30", por uma distância de 10,00m, até o ponto P-17, onde teve início essa discrição, localizada no Bairro Brejo Seco. Autoria: José Tarso Magno Teixeira da Silva

LEI 4093 DE 19 DE SETEMBRO DE 2012: Art. 1º - Fica denominada de Rua Raimundo Pinto Callou, sentido Oeste/Leste, tendo seu início na Rua Gertrudes Callou de Macêdo, no ponto P-1, com coordenadas E=472.268,40 N= 9.201.475,60; deste que segue com os seguintes azimutes e distâncias; 122º16’50" e 354,70m, até a Rua Rogério de Sá Barreto, no ponto P-2, coordenadas E=472.586,28, N=9.201.286,16; 212º16’50" e 10,00m, até o ponto P-3; coordenadas E=472.561,33 , N=9.201.275,17; 302º16’50" e 354,70m, até o ponto P-4, coordenadas E=472.261,46, N=9.201.464,61, desde segue com azimute de 32º16’50" por uma distância de 10,00m, até o ponto P-1, onde teve início essa discrição, localizada no Bairro Brejo Seco. Autoria: José Tarso Magno Teixeira da Silva

LEI 4096 DE 19 DE SETEMBRO DE 2012: Art. 1º - Fica denominada de Rua JOSÉ ALBERTO AMORIM, sentido Oeste/Leste, tendo seu início na Rua Gertrudes Callou de Macêdo, no ponto P-9, com coordenadas E=472.202,11 N= 9.201.369,07; deste que segue com os seguintes azimutes e distâncias; 122º16’50" e 354,70m, até a Rua Rogério de Sá Barreto, no ponto P-10, 212º16’50" e 10,00m, até o ponto P-11; 302º16’50" e 354,70m, até o ponto P-12; desde segue com azimute de 32º16’50" por uma distância de 10,00m, até o ponto P-9, onde teve início essa discrição, localizada no Bairro Brejo Seco. Autoria: José Tarso Magno Teixeira da Silva

LEI 4098 DE 19 DE SETEMBRO DE 2012: Fica denominada de Rua Marina Valêncio da Silva, a artéria localizada ao Norte com o Instituto Penal do Cariri, ao Sul com o Loteamento Jardim Tecnológico Antônio Gomes Barbosa ao Oeste com a Rua Projetada e ao Leste com a Rua Fausto Pessoa dos Santos, no Bairro Planalto, nesta cidade de Juazeiro do Norte, Estado do Ceará. Autoria: José Nivaldo Cabral de Moura; Coautoria: Francisca Delian Pinheiro Matos

RECONHECIMENTO DE UTILIDADE PÚBLICA
O poder público reconhece de Utilidade Pública as seguintes instituições:
LEI 4094 DE 19 DE SETEMBRO DE 2012: PASTORAL DO APOIO AOS NECESSITADOS, fundada no dia 04 de dezembro de 2009, entidade de sociedade civil, sem fins econômicos, de natureza religiosa, assistência e de proteção aos necessitados, com duração por tempo indeterminado, com sede na Rua Pio Norões n.º 493-A, Bairro João Cabral – Juazeiro do Norte, registrada no Cartório livro B-108, fls. 02/02v, Registro n.º 1.7477, inscrita no CNPJ/MF sob o n.º 11.434.177/0001-12, regendo-se por seus estatutos sociais, bem como pelas leis, usos e costumes nacionais. Autoria: José Tarso Magno Teixeira da Silva

LEI 4095 DE 19 DE SETEMBRO DE 2012: Organização Não-Governamental COMPANHIA MANDACARÚ DE ARTES E EVENTOS, fundada em 20 de julho de 2008, é uma entidade civil de âmbito regional, sem fins lucrativos, político-partidário ou religiosa, com duração por tempo indeterminado, regendo-se por seus estatutos sociais e devidamente registrado em Cartório. Autoria: José de Amélia Júnior; Coautoria: José Nivaldo Cabral de Moura.

LEI 4097 DE 19 DE SETEMBRO DE 2012: ASSOCIAÇÃO MUSICAL LIVRE ESCOLA DE MÚSICA CIRO CALLOU, fundada em 20 de abril de 1996, com sede e foro no Município de Juazeiro do Norte, Estado do Ceará, entidade de personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, de caráter educativo, cultural, beneficente e de formação profissional, de duração ilimitada, regendo-se por seus estatutos sociais, bem como pelas Leis, usos e costumes nacionais. Autoria: José Tarso Magno Teixeira da Silva.