sábado, 31 de agosto de 2013

ICVC - NOVAS CADEIRAS, NOVOS PATRONOS

No último dia 27, o Instituto Cultural do Vale Caririense analisou a proposta da Diretoria para aumentar o número de suas cadeiras, com o objetivo de homenagear figuras ilustradas, muitas das quais contribuíram decisivamente para a existência da instituição em seus 39 anos de vida, assim como para ensejar que um número maior que os atuais 40, possam ingressar no Instituto para que ele continue a realizar um amplo projeto pela cultura do Cariri. Conforme a decisão, o número de cadeiras do ICVC vai ser alterado das atuais 40 para uma centena. Gradualmente estas cadeiras serão preenchidas por novos sócios titulares que preencham as exigências da instituição. Dos novos 60 patronos, 14 deles foram sócios titulares que faleceram ao longo da existência do ICVC. São as seguintes as novas cadeiras propostas:
Cadeira Nº  41 – Patrono: Joaquim Lobo de Macedo (Joaryvar Macedo)
Cadeira Nº  42 – Patrono: Álbis Irapuan Pimentel
Cadeira Nº  43 – Patrono: Antonio Marchet Callou, Dr.
Cadeira Nº  44 – Patrono: Elias Rodrigues Sobral
Cadeira Nº  45 – Patrono: Generosa Ferreira Alencar
Cadeira Nº  46 – Patrono: Nair Silva
Cadeira Nº  47 – Patrono: Walter de Menezes Barbosa
Cadeira Nº  48 – Patrono: Aldenor Jayme Alencar Benevides
Cadeira Nº  49 – Patrono: Jackson Pires Barbosa
Cadeira Nº  50 – Patrono: Amália Xavier de Oliveira
Cadeira Nº  51 – Patrono: Francisco Murilo de Sá Barreto, Mons.
Cadeira Nº  52 – Patrono: Mozart Cardoso de Alencar, Dr.
Cadeira Nº  53 – Patrono: Dario Maia Coimbra
Cadeira Nº  54 – Patrono: Elói Teles de Morais, Dr.
Cadeira Nº  55 – Patrono: Durval Aires de Menezes
Cadeira Nº  56 – Patrono: Luiz Gonzaga do Nascimento
Cadeira Nº  57 – Patrono: Maria Assunção Gonçalves
Cadeira Nº  58 – Patrono: Maria Alacoque Bezerra de Figueiredo
Cadeira Nº  59 – Patrono: Leão Sampaio, Dr.
Cadeira Nº  60 – Patrono: José Ferreira Gonçalves (Zezito)
Cadeira Nº  61 – Patrono: Maria Zuila e Silva Morais
Cadeira Nº  62 – Patrono: Raimundo de Oliveira Borges, Dr.
Cadeira Nº  63 – Patrono: Expedito Sebastião da Silva
Cadeira Nº  64 – Patrono: Vicente Ribeiro Sobrinho
Cadeira Nº  65 – Patrono: Walderedo Gonçalves de Oliveira
Cadeira Nº  66 – Patrono: Antônio Batista Vieira, Pe.
Cadeira Nº  67 – Patrono: Maria Lindalva Machado Ribeiro
Cadeira Nº  68 – Patrono: Getúlio Pereira Grangeiro
Cadeira Nº  69 – Patrono: Mendo de Assis Barreto
Cadeira Nº  70 – Patrono: José Boaventura de Souza
Cadeira Nº  71 – Patrono: João Gonçalves Dias Sobreira
Cadeira Nº  72 – Patrono: Agostinho Balmes Odísio
Cadeira Nº  73 – Patrono: José Bernardo da Silva
Cadeira Nº  74 – Patrono: José Alceli Sobreira
Cadeira Nº  75 – Patrono: Antônio Conserva Feitosa
Cadeira Nº  76 – Patrono: José Geraldo da Cruz
Cadeira Nº  77 – Patrono: João Alexandre Sobrinho
Cadeira Nº  78 – Patrono: Misael Gomes da Silva, Pe.
Cadeira Nº  79 – Patrono: Maria Gonçalves da Rocha Leal
Cadeira Nº  80 – Patrono: Antônio Martins Filho
Cadeira Nº  81 – Patrono: José de Sousa Menezes
Cadeira Nº  82 – Patrono: Ana Álvares Couto
Cadeira Nº  83 – Patrono: Lourival de Melo Marques
Cadeira Nº  84 – Patrono: José dos Anjos Dias, Tte.
Cadeira Nº  85 – Patrono: Vicente de Araújo Matos, Dom
Cadeira Nº  86  - Patrono: Hermes Carleial
Cadeira Nº  87 – Patrono: José Lourenço Gomes Da Silva
Cadeira Nº  88 – Patrono: Possidônio da Silva Bem, Dr.
Cadeira Nº  89 – Patrono: Gil Pereira Grangeiro
Cadeira Nº  90 – Patrono: Silvino Moreira Dias, Pe.
Cadeira Nº  91 – Patrono: Antônio Gonçalves da Silva (Patativa do Assaré)
Cadeira Nº  92 – Patrono: Tarcila Cruz Alencar
Cadeira Nº  93 – Patrono: Alexandre Moreira Passos
Cadeira Nº  94 – Patrono: Inocêncio da Costa Oliveira (Mestre Noza)
Cadeira Nº  95 – Patrono: Massaki Karimai (Luiz Karimai)
Cadeira Nº  96 – Patrono: Aderaldo Ferreira Araújo (Cego Aderaldo)
Cadeira Nº  97 – Patrono: Antônio Francisco de  Alcântara, Pe.
Cadeira Nº  98 – Patrono: José Antônio Maria Ibiapina, Pe.
Cadeira Nº  99 – Patrono: Raimundo Gonçalves de Santana
Cadeira Nº100 – Patrono: Manoel Caboclo da Silva
CINE ROULIEN
O que os nossos pais assistiam antigamente? Voltamos aos cartazes dos cines Roulien (Rua São Pedro, 389) e Eldorado (Rua Santa Luzia, 429) durante o ano de 1949. No dia 03.07.1949 o Roulien exibiu em sua sessão às 19:30h o filme Carta de uma desconhecida. A ficha técnica da película é: Título original: Letter from an Unknown Woman; Estados Unidos, 1948; Direção: Max Ophüls; Elenco: Joan Fontaine (Lisa Berndle), Louis Jourdan (Stefan Brand), Mady Christians (Berndle), Marcel Journet (Johann Stauffer), Art Smith (John), Carol Yorke (Marie), Howard Freeman   (Kastner), John Good (Leopold von Kaltnegger), Leo B. Pessin (Stefan Jr.), Erskine Sanford (Porter), Otto Waldis (Concierge), Sonja Bryden (Spitzer), Patricia Alphin (Pretty), Harry Anderson (Role), Edit Angold (Mulher de meia idade), Lois Austin (Elderly), Polly Bailey (Passageiro),
John T. Bambury (Midget), Betty Blythe (Kohner), Walter Bonn (Kohner), Sven Hugo Borg (Mover), Robert W. Brown (Oficial), Paul E. Burns (Concierge), Donald Chaffin (Pedestre),
Gordon B. Clarke (Cantor), Edmund Cobb (Motorista), Tom Costello (Músico);
Sinopse: Um dos mais belos romances da história do cinema, Carta de uma Desconhecida é uma das obras-primas do mestre Max Ophüls (Lola Montés). Nesta edição, o filme é apresentado em versão restaurada e remasterizada. Viena, início do século XX. O famoso pianista Stephan Brand se hospeda num hotel, onde recebe uma carta de uma mulher desconhecida. Ao lê-la, relembra de Lisa (Joan Fontaine em grande momento), uma mulher com quem viveu uma linda e trágica história de amor.  Ao som de Liszt, Wagner e Mozart, Max Ophüls realizou, com sua sofisticação  característica, um melodrama inesquecível. Baseado no romance de Stefan Zweig.
CINE ELDORADO
O Eldorado exibia no dia 13.07.1949: Levada da breca. A ficha técnica, sumariamente, é: Título original: Bringing up baby; Estados Unidos, 1938; Direção: Howard Hawks; Elenco: Katharine Hepburn (Susan Vance), Cary Grant (Dr. David Huxley), Charles Ruggles (Major Horace Applegate), Walter Catlett (Oficial), Barry Fitzgerald (Sr. Gogarty), May Robson (Elizabeth Carlton Random), Fritz Feld (Dr. Fritz Lehman), Leona Roberts (Hannah Gogarty), George Irving (Alexander Peabody), Virginia Walker (Alice Swallow); Sinopse: "Baby" mencionado no título do filme refere-se ao nome de uma onça originária do Brasil, domesticada, que no roteiro original foi chamada de leopardo. David Huxley (Cary Grant), um paleontólogo com casamento marcado, vai jogar golfe com o objectivo de agradar o seu oponente e facilitar a doação de 1 milhão de dólares para o museu onde trabalha. Até que conhece Susan Vance (Katharine Hepburn), uma rica herdeira acostumada a ter tudo o que quer, mas completamente inconsequente. Susan decide casar-se com David, mas para mantê-lo ao seu lado ela utiliza todos os recursos possíveis, transformando a vida do pacato homem numa sucessão interminável de problemas.
NOVA REVISTA
No último dia 31 de julho a Editora 390, que vem produzindo a Cariri Revista, lançou a Casa Cariri. Segundo os editores, a publicação tem como característica principal uma abordagem sobre assuntos ligados à arquitetura e decoração. Na ocasião estiveram presentes arquitetos, decoradores, colaboradores e investidores do novo projeto, que puderam conferir em primeira mão o design gráfico e a linha editorial inovadores da revista Casa Cariri. O periódico terá circulação trimestral e contará com uma tiragem, em sua versão impressa, de 2.500 exemplares, com distribuição gratuita. Além disso, os leitores poderão conferir o seu conteúdo de forma digitalizada, e através de aplicativo para aparelhos celular.

MEMÓRIA FOTOGRÁFICA DE JUAZEIRO DO NORTE
Resolvi abrir na rede social Facebook uma página com este nome para divulgar o acervo de imagens da memória desta cidade, coisa que tem estado impregnado no meu sentimento e de Daniel Walker, desde 1966, quando começávamos a reunir as primeiras fotografias sobre a história de Juazeiro do Norte. Serão milhares de postagens que estarão disponíveis, com atividades diárias com algumas chamadas importantes sobre a evolução da cidade, tais como educação, igreja, urbanismo, sociedade, povo, romaria, visitantes, e muitos outros temas. Este foi o balão de ensaio que deverá dar sequência, provavelmente, a uma outra forma de disposição contanto que a ideia de um museu virtual se consolide para a mais eficiente preservação desta memória. O grupo, pelas adesões manifestadas, já está composto com cerca de 310 integrantes que visitam diariamente as suas postagens e fazem comentários e agregam informações sobre os registros divulgados. Tem sido muito prazeroso conduzir este trabalho e principalmente pelo retorno que está vindo dos integrantes, muitos dos quais já fazem colaborações espontâneas para ampliar o acervo, permitindo a divulgação dos seus próprios e particulares acervos familiares.  Não temos perdido a oportunidade, sempre que se apresenta, de fazer a divulgação, não do trabalho em si, mas de seus elementos, contribuindo sempre para a ilustração de livros, matérias jornalísticas, revistas, exposições, e até outros acervos como o de vários museus. Nesta coluna, agora mais regular e semanal, temos procurado manter a divulgação deste arquivo, publicando algumas fotos com comentários.
MEMÓRIA 
No dia 19 de Dezembro de 1971, às 19 horas, na Matriz de Nossa Senhora das Dores, o Pe. Pedro Barreto Celestino celebrou a sua primeira missa entre nós, com a assistência da família, de muitos amigos e a comunidade. Durante a celebração ele foi acolitado pelos padres Francisco Murilo de Sá Barreto e Silvino Moreira Dias. Monsenhor Pedro Barreto Celestino, o primeiro brasileiro a ser ordenado padre no Opus Dei – nasceu em Juazeiro do Norte, filho de Antônio Corrêa Celestino e Luscélia Barreto Celestino. É Doutor em Ciências da Educação e em Direito Canônico pela Universidade de Navarra, Espanha. Ordenado em 1971 trabalhou na Pastoral Universitária, em São Paulo, até 1990, quando foi transferido para o Rio de Janeiro. É autor do livro “Os Anjos”, já em terceira edição, que foca esses seres espirituais, patrimônio teológico-cultural da Igreja Católica. Monsenhor Pedro Barreto Celestino é vigário da Delegação da Prelazia do Opus Dei no Rio de Janeiro. A última viagem empreendida por Mons. Pedro ao Cariri foi em dezembro de 2008, quando participou das celebrações do centenário de nascimento de seu pai, o empresário Antonio Corrêa Celestino. No dia 7 de dezembro, na Igreja-Matriz de Santo Antônio, em Barbalha, ele celebrou missa gratulatória.  À noite, no Memorial Padre Cícero, em Juazeiro do Norte, ocorreu a sessão comemorativa desse centenário, com o lançamento do livro “Antonio Corrêa Celestino”, cuja coordenação e produção ficaram a cargo de Renato Casimiro.

Um comentário:

  1. Parabéns pela estrutura e todo conteúdo do blog!
    Muito interessante.
    Forte abraço.
    (artesanato em mdf)
    Faça-nos uma visita quando puder www.centralcaixas.com.

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